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🥇 Cuidados que se deve ter com a moleira do bebê 🤔

Olá meninas! Hoje vim falar sobre os cuidados com a moleira do bebê. Tenho certeza que esse post será muito útil para as minhas amigas mamães de primeira viagem.

Os cuidados com um recém-nascido vão bem além de comprar roupinhas, fraldas, berço, etc. Uma das partes mais sensíveis do bebê é a moleira.

O que é a moleira?

É aquela parte macia, flexível e alta da cabeça do bebê. Ela pode ser facilmente sentida quando apalpamos com as mãos. No entanto, existe a segunda parte da moleira, que os pais não notam. Essa parte é chamada de fontanela pelos médicos.

A maior preocupação dos pais de primeira viagem é importante, mas não deve ser excessivo. A moleira tem a finalidade de proteger a cabeça do bebê. Afinal, quando o bebê nasce, o seu crânio ainda não se formou por completo.

Os ossos geralmente ainda estão moles e imaturos. Por esse motivo, na hora do parto, ao passar pelo canal vaginal, o cérebro do bebê acaba ficando protegido, pois é uma parte flexível.

Assim, ao nascer e à medida que a criança vai crescendo, o cérebro tem mais espaço para se desenvolver.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Observações importantes aos pais

Por vezes os pais se preocupam quando o bebê chora excessivamente, ou mesmo enquanto dorme.  A moleira costuma pulsar rápido ou devagar. Alguns chegam até mesmo a levar o filho no pediatra por causa disso.

No entanto não é motivo para se preocupar em excesso. Afinal, isso é completamente normal e comum em todos os recém-nascidos. Deve ser dado maior atenção em casos em que aparecerem outros sintomas como febre, ou então se a pulsação da moleira for intensa.

Motivos de preocupação

Os pais devem realmente se preocupar caso:

  •  A moleira estiver inchada ou levantada: se estiver acompanhada de febre, pode ser um quadro de meningite. O pediatra deve ser consultado de forma imediata.
  •  Se a moleira estiver afundada: se for acompanhada de diarreia, pode indicar desidratação no bebê.
  •  Fechamento precoce da moleira: a moleira do bebê não pode fechar antes que a criança complete seis meses. Caso isso ocorra, ela pode apresentar algum problema congênito. Em alguns casos, é preciso até mesmo recorrer a cirurgia.
  •  Demora para fechar a moleira: geralmente esse acontecimento costuma indicar um quadro de hidrocefalia.

O tempo normal para que a moleira feche é quando os ossos do crânio do bebê se encaixam de forma correta e se juntam em uma parte só. Isso ocorre entre dos 11 aos 15 meses, visto que esse é o tempo que o cérebro dos bebês leva para crescer cerca de 10 centímetros.

Problemas na moleira

Cranioestenose: essa é uma situação onde a moleira se fecha antes do tempo normal. Isso acaba gerando deformidades no crânio da criança, visto que o cérebro acaba sem espaço para crescer. Além disso, a cranioestenose, também pode causar lesões neurológicas.

Normalmente isso ocorre mais em meninos do que em meninas. Em cerca de 2.000 nascimentos, ocorrem três casos de cranioestenose. O tratamento para esta situação é feito somente através de cirurgia.

Plagiocefalia Posicional: essa é uma deformidade que faz com que o crânio fique assimétrico. Geralmente sua causa se deve ao posicionamento do bebê no útero, de um parto demorado ou então uma gravidez gemelar.

Braquicefalia: nesse caso a cabeça do bebê adquire um comprimento maior que o normal. Isso faz com que ela fique mais pontuda em cima e achatada na região inferior.

Escafocefalia: nesse quadro, a cabeça da criança é mais longa e desproporcionalmente estreita.

Em alguns casos, a assimetria pode desaparecer com o tempo, mas os cuidados devem ser tomados, evitando que esta perdure para sempre. É super importante não deixar o bebê deitado numa mesma posição com a cabeça, por muito tempo.

Cuidados importantes

É super importante que os pais não pressionem a moleira do bebê com tiaras, faixas ou acessórios (no caso de meninas), pois isso pode marcar a cabecinha dos bebês.

Um detalhe importante a se observar é que na região da cabeça, normalmente os bebês são mais quentes. Mas nada para se preocupar: isso é sinal de saúde. Caso o bebê não tenha essa característica, um pediatra também deve ser consultado.

Por isso, os pais devem sempre estabelecer uma relação de confiança com o pediatra, assim como empatia e proximidade. Dessa forma podem sempre tirar as dúvidas, por mais pequenas e insignificantes que possam parecer.

Aconselha-se que as pesquisas em busca de um bom pediatra comecem no segundo trimestre de gravidez, pois a mãe está disposta fisicamente. Dessa forma, assim que você encontrar um profissional adequado para o filho,você não precisará se preocupar a medida que a data do nascimento vai chegando.

No caso de existirem muitas opções de pediatras na cidade, a mãe e o pai pode pedir referências aos parentes e amigos próximos. No caso de os pais terem um plano de saúde, é sempre necessário que consultem a relação de médicos da cobertura do plano para verificar qual deles poderá melhor atender o seu bebê.

Vale lembrar também…

Os cuidados valem tanto para os pequenos, quanto para a mãe. E isso tem que começar bem antes do bebê nascer. A mãe deve fazer o pré-natal de forma correta, fazendo os exames de ultrassom e também verificando sempre a saúde do (a) filho (a).

É super importante que o pai também se cuide, alimentando-se de forma correta, informando-se sobre os procedimentos pós-parto da mãe. Além disso, vale se inteirar sobre como será a rotina com o bebê, como o seu sono, vacinação, frequência de consultas ao pediatra, itens do quarto da criança que precisa comprar, entre outras coisas.

Os dois podem e devem participar de todos os cuidados com o bebê, especialmente a própria mãe. Aliás, nos primeiros dias ou meses, ela vai estar debilitada por conta do processo do parto. Além disso, vale levar em conta também a baixa repentina dos hormônios, o cansaço e amamentação. Que, aliás, pode ou não ser dolorida e difícil. É super importante considerar o bem-estar de todos os moradores da casa. Dessa forma, certamente a criança crescerá forte, equilibrada, saudável e muito  feliz.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

Para mais conteúdo, clique aqui.

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