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🥇 O que Fazer quando um Bebê Engasgar? Saiba AQUI! 🤔

O engasgo de um bebê pode aparentar algo simples, mas ele é extremamente importante. Isso porque envolve o bem estar do bebê. A habilidade do cuidado, especialmente nas mamães de primeira viagem, é algo que precisa ser bem estudado. Dessa forma elas podem evitar consequências graves como complicações e até mesmo o óbito do seu bebê.

Portanto, se você deseja ficar por dentro e saber tudo sobre o que fazer quando um bebê se engasgar, leia o texto até o final! Tenho certeza que vai ser de grande ajuda.

Quais os sinais de engasgo em um bebê?

Primeiramente, é de suma importância que você se acalma, para que não cometa nenhum erro. Afinal, cada segundo é muito importante nessa situação. Primeiramente perceba os sinais a seguir, de acordo com as orientações dos médicos:

  • Veja a cor da pele do bebê. Repare se está com uma colocação normal e se não apresenta alguma parte roxa, ainda que seja de leve;
  • Observe também se o bebê está emitindo algum tipo de som;
  • Verifique se o bebê apresenta dificuldades para respirar.

Quais as primeiras ações quando o bebê engasgar?

Assim que você notar que o bebê se engasgou, se ele estiver sendo alimentado, suspensa imediatamente o consumo desse alimento ou bebida. Faça isso mesmo que seja a amamentação, ou algum líquido.

Se o bebê se engasgar, mas não estiver com nenhum alimento, é preciso um cuidado ainda maios. Nesse caso, o ideal é ir direto para o médico, pois pode ser que o bebê tenha engolido algum objeto.

O que fazer quando o bebê engasgar com leite ou alimentos?

Caso o motivo da obstrução das vias áreas do bebê seja a ingestão de leite, a amamentação ou até mesmo o consumo de qualquer outro tipo de líquido ou alimento, faça o seguinte:

  • Levante imediatamente o bebê para que você possa mantê-lo na posição vertical;
  • Deixe o bebê tossir. Dessa forma ele poderá tentar expulsar o que quer que tenha causado o engasgo.
  • Caso o bebê apresente dificuldade de respirar, incline levemente a cabeça para baixo e dê leves tapas nas costas, isso irá ajudá-lo a desengasgar;

Se, mesmo tendo feito todas essas ações, o bebê parar de respirar, procure imediatamente um atendimento médico de urgência ou então ligue para o médico. Caso não seja possível, entre em contato com a central de atendimento do corpo de bombeiros. Ligue no 193 (bombeiros) ou no serviço hospitalar, 192.

O que fazer quando bebê engasgar com objetos?

Qualquer descuido basta para que crianças antes do 3 anos de idade coloquem qualquer tipo de objeto na boca. Se essa for a causa do engasgamento, saiba que a situação é ainda mais grave.  Justamente por isso, o cuidado deve ser ainda maior e o socorro prestado mais rápido:

Primeiramente, não tente, de forma alguma, remover o objeto com as suas mãos. Saiba que assim você poderá acabar empurrando ainda mais o objeto para dentro da garganta, agravando ainda mais a situação.

Caso você não tenha visto o que o bebê colocou na boca e caso ele não tenha sido amamentado recentemente, busque atendimento imediato. Entre em contato com um médico de urgência ou então ligue para os números 193 ou 192.

Caso o seu bebê esteja de fato com algum objeto preso na garganta, faça o seguinte:

  • Sente-se. Segure o bebê com um braço e coloque-o entre as suas pernas com a cabeça inclinada para baixo, na direção de seus joelhos. Dessa forma a cabeça do bebê ficará mais baixa que o resto do corpo e a gravidade pode trabalhar a seu favor;
  • Segure bem na região do queixo e dê tapas leves, mas firmes com a base da mão nas costas do bebê.

Se mesmo depois de realizar esses procedimentos o bebê não voltar a respirar e chorar, busque ajuda imediatamente no posto de atendimento mais próximo. Ou entre em contato com o serviço de emergência hospitalar através dos números 192 ou com os bombeiros no número 193.

 Como evitar que o bebê engasgue durante a amamentação?

A prevenção é o método mais indicado para que nem o bebê nem você tenham que passar por uma situação de engasgo. Portanto, veja as dicas que eu separei, as quais você sempre deve seguir para evitar que seu bebê engasgue durante a amamentação:

  • Quando for amamentar deixe o bebê apenas inclinado, jamais deite o bebê durante o processo. Um truque muito usado e eficaz é manter o contato da barriguinha dele com a sua;
  • Retire o seio da boca do bebê de vez em quando, para que ele possa respirar livremente por alguns momentos;
  • Caso o bebê comece a tossir enquanto você o amamente, faça o seguinte. Incline a cabeça dele, deixando-o em pé.  Assim ele conseguirá tossir melhor sem correr o risco de engasgar.
  • Assim que for finalizada a amamentação, levante o bebê com cuidado.  Mantenha-o na posição vertical, com a cabeça encostada nos seus ombros, até que ele arrote. Depois da amamentação, o bebê nunca deve ser posto para dormir sem antes ter arrotado;
  • Sempre que o bebê adormecer, coloque-o na posição de lado. Isso evita que o leite ou qualquer liquido volte e possa fazê-lo engasgar.
  • Evite qualquer contato do bebê com peças pequenas que possam ser engolidas.

Como evitar que o bebê coloque objetos na boca?

A vontade de explorar tudo pela boca é extremamente comum durante o primeiro ano vida de qualquer pessoa. Os pais não tem escolha a não ser manterem-se sempre vigilante. Assim eles evitam que o bebê tente colocar na boca coisas sujas do chão, produtos de limpeza, ou mesmo pequenos objetos com os quais ele pode engasgar.

A partir do momento que o bebê começar a engatinhar, ele vai se mover por toda parte. E com isso, ele também corre mais perigo, caso o ambiente não esteja adaptado ou caso não haja nenhum adulto de olho.

Episódios de engasgamento por ingestão podem acontecer de uma hora para outra. Por isso, procure manter seu filho sob constante vigilância. Guarde os objetos muito pequenos, como peças soltas ou pontiagudos, em um local seguro. Além disso, mantenha medicamentos, material de limpeza e venenos em locais trancados, sem que o bebê possa ter acesso.

Nunca deixe um bebê sozinho dentro do veículo, pois ele pode achar alguma peça que solte e colocá-la na boca. Observe sempre o local onde o bebê está, para verificar se não tem nada caído que possa ser perigoso. Vale lembrar também que é importante manter os telefones de emergência em locais de fácil acesso. Assim, você evita esquecimentos devido ao nervosismo.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

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🥇 Cuidados que se deve ter com a moleira do bebê 🤔

Olá meninas! Hoje vim falar sobre os cuidados com a moleira do bebê. Tenho certeza que esse post será muito útil para as minhas amigas mamães de primeira viagem.

Os cuidados com um recém-nascido vão bem além de comprar roupinhas, fraldas, berço, etc. Uma das partes mais sensíveis do bebê é a moleira.

O que é a moleira?

É aquela parte macia, flexível e alta da cabeça do bebê. Ela pode ser facilmente sentida quando apalpamos com as mãos. No entanto, existe a segunda parte da moleira, que os pais não notam. Essa parte é chamada de fontanela pelos médicos.

A maior preocupação dos pais de primeira viagem é importante, mas não deve ser excessivo. A moleira tem a finalidade de proteger a cabeça do bebê. Afinal, quando o bebê nasce, o seu crânio ainda não se formou por completo.

Os ossos geralmente ainda estão moles e imaturos. Por esse motivo, na hora do parto, ao passar pelo canal vaginal, o cérebro do bebê acaba ficando protegido, pois é uma parte flexível.

Assim, ao nascer e à medida que a criança vai crescendo, o cérebro tem mais espaço para se desenvolver.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Observações importantes aos pais

Por vezes os pais se preocupam quando o bebê chora excessivamente, ou mesmo enquanto dorme.  A moleira costuma pulsar rápido ou devagar. Alguns chegam até mesmo a levar o filho no pediatra por causa disso.

No entanto não é motivo para se preocupar em excesso. Afinal, isso é completamente normal e comum em todos os recém-nascidos. Deve ser dado maior atenção em casos em que aparecerem outros sintomas como febre, ou então se a pulsação da moleira for intensa.

Motivos de preocupação

Os pais devem realmente se preocupar caso:

  •  A moleira estiver inchada ou levantada: se estiver acompanhada de febre, pode ser um quadro de meningite. O pediatra deve ser consultado de forma imediata.
  •  Se a moleira estiver afundada: se for acompanhada de diarreia, pode indicar desidratação no bebê.
  •  Fechamento precoce da moleira: a moleira do bebê não pode fechar antes que a criança complete seis meses. Caso isso ocorra, ela pode apresentar algum problema congênito. Em alguns casos, é preciso até mesmo recorrer a cirurgia.
  •  Demora para fechar a moleira: geralmente esse acontecimento costuma indicar um quadro de hidrocefalia.

O tempo normal para que a moleira feche é quando os ossos do crânio do bebê se encaixam de forma correta e se juntam em uma parte só. Isso ocorre entre dos 11 aos 15 meses, visto que esse é o tempo que o cérebro dos bebês leva para crescer cerca de 10 centímetros.

Problemas na moleira

Cranioestenose: essa é uma situação onde a moleira se fecha antes do tempo normal. Isso acaba gerando deformidades no crânio da criança, visto que o cérebro acaba sem espaço para crescer. Além disso, a cranioestenose, também pode causar lesões neurológicas.

Normalmente isso ocorre mais em meninos do que em meninas. Em cerca de 2.000 nascimentos, ocorrem três casos de cranioestenose. O tratamento para esta situação é feito somente através de cirurgia.

Plagiocefalia Posicional: essa é uma deformidade que faz com que o crânio fique assimétrico. Geralmente sua causa se deve ao posicionamento do bebê no útero, de um parto demorado ou então uma gravidez gemelar.

Braquicefalia: nesse caso a cabeça do bebê adquire um comprimento maior que o normal. Isso faz com que ela fique mais pontuda em cima e achatada na região inferior.

Escafocefalia: nesse quadro, a cabeça da criança é mais longa e desproporcionalmente estreita.

Em alguns casos, a assimetria pode desaparecer com o tempo, mas os cuidados devem ser tomados, evitando que esta perdure para sempre. É super importante não deixar o bebê deitado numa mesma posição com a cabeça, por muito tempo.

Cuidados importantes

É super importante que os pais não pressionem a moleira do bebê com tiaras, faixas ou acessórios (no caso de meninas), pois isso pode marcar a cabecinha dos bebês.

Um detalhe importante a se observar é que na região da cabeça, normalmente os bebês são mais quentes. Mas nada para se preocupar: isso é sinal de saúde. Caso o bebê não tenha essa característica, um pediatra também deve ser consultado.

Por isso, os pais devem sempre estabelecer uma relação de confiança com o pediatra, assim como empatia e proximidade. Dessa forma podem sempre tirar as dúvidas, por mais pequenas e insignificantes que possam parecer.

Aconselha-se que as pesquisas em busca de um bom pediatra comecem no segundo trimestre de gravidez, pois a mãe está disposta fisicamente. Dessa forma, assim que você encontrar um profissional adequado para o filho,você não precisará se preocupar a medida que a data do nascimento vai chegando.

No caso de existirem muitas opções de pediatras na cidade, a mãe e o pai pode pedir referências aos parentes e amigos próximos. No caso de os pais terem um plano de saúde, é sempre necessário que consultem a relação de médicos da cobertura do plano para verificar qual deles poderá melhor atender o seu bebê.

Vale lembrar também…

Os cuidados valem tanto para os pequenos, quanto para a mãe. E isso tem que começar bem antes do bebê nascer. A mãe deve fazer o pré-natal de forma correta, fazendo os exames de ultrassom e também verificando sempre a saúde do (a) filho (a).

É super importante que o pai também se cuide, alimentando-se de forma correta, informando-se sobre os procedimentos pós-parto da mãe. Além disso, vale se inteirar sobre como será a rotina com o bebê, como o seu sono, vacinação, frequência de consultas ao pediatra, itens do quarto da criança que precisa comprar, entre outras coisas.

Os dois podem e devem participar de todos os cuidados com o bebê, especialmente a própria mãe. Aliás, nos primeiros dias ou meses, ela vai estar debilitada por conta do processo do parto. Além disso, vale levar em conta também a baixa repentina dos hormônios, o cansaço e amamentação. Que, aliás, pode ou não ser dolorida e difícil. É super importante considerar o bem-estar de todos os moradores da casa. Dessa forma, certamente a criança crescerá forte, equilibrada, saudável e muito  feliz.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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