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🥇 Truvada – Saiba TUDO sobre este medicamento 🤔

O que é HIV?

O HIV é uma sigla em inglês para o Vírus da Imunodeficiência Humana, que é o causador da AIDS. O vírus age infectando o sistema imunológico, que é responsável por defender o corpo de doenças.

Nos dias atuais, ter HIV e ter AIDS não significam a mesma coisa. Muitas pessoas são portadoras do vírus HIV, no entanto, não apresentam os sintomas nem chegam a desenvolver a AIDS. Entretanto, é necessário muito cuidado, pois, mesmo sem ter AIDS, a pessoa pode transmitir o HIV.

Ainda não existe cura para o HIV, mas atualmente já existem ótimos medicamentos para reduzir a progressão dessa doença. Esses remédios diminuíram significativamente o número de mortes, no entanto, não é um tratamento fácil e é muito importante tomar diversos cuidados.

Qualquer pessoa corre o risco de ser infectada pelo HIV, pois ele pode ser contraído:

  • Através do sexo vaginal sem camisinha;
  • Através do sexo anal sem camisinha;
  • Através do sexo oral sem camisinha;
  • Através do uso da mesma seringa por mais de uma pessoa;
  • Através da transfusão de sangue contaminado;
  • Através da mãe infectada, que pode transmitir para o filho durante a gravidez, no parto ou na amamentação;
  • Através do uso de instrumentos que podem furar ou cortar a pele que não estejam esterilizados.

Vale lembrar: É muito importante fazer o teste frequentemente e nunca fazer sexo sem proteção.

Como ocorre o desenvolvimento da doença?

O HIV evolui para Aids quando não é feito o tratamento e a imunidade do corpo diminui gradativamente. Mesmo sem que haja o aparecimento dos sintomas, o vírus continua se multiplicando e atacando as células de defesa do corpo. As medicações de combate à AIDS têm a função de impedir a evolução da doença para aids.

Uma pessoa pode estar com HIV, sendo soropositiva, e não apresentar um comprometimento do sistema imunológico, podendo viver normalmente sem manifestar sintomas ou chegar a desenvolver a AIDS.

Sintomas

Grande parte das pessoas apresentam sintomas com os de resfriado cerca de um ou dois meses depois da exposição. Essa fase primária, ou aguda, pode perdurar por algumas semanas e é bastante perigosa. Afinal, ela pode acabar não recebendo a devida atenção e a carga viral nesta fase é bem alta, de modo que o vírus começa a se espalhar facilmente. No entanto, após esse período, os sintomas podem simplesmente desaparecer por anos antes do HIV poder ser diagnosticado.

Alguns sintomas mais comuns em pessoas infectadas com o vírus a pouco tempo:

  • Febre, mal-estar e tosse;
  • Manchas vermelhas pelo corpo;
  • Aumento dos linfonodos, ou ínguas;
  • Dores de cabeça, nos músculos e articulações;
  • Problemas na pele;
  • Calafrios com dor de garganta;
  • Úlceras na boca ou na parte genital;
  • Diarreia.

Caso você apresente estes sintomas e ainda não tenha sido diagnosticado, é preciso procurar um médico o mais rápido possível e solicitar um exame.

Como são feitos os testes?

Primeiramente, saiba que existem diversos tipos de teste capazes de detectar a presença do vírus no organismo. São eles:

Testes convencionais: primeiramente é colhida uma amostra do sangue em busca de anticorpos contra o HIV. Se for encontrado algum anti-HIV no sangue, então é necessário a realização de um teste adicional.

Teste rápido: ele funciona da mesma forma que o teste convencional, no entanto, o resultado sai no mesmo dia. O tempo estimado para o resultado é de 30 minutos até 2 horas depois do exame.

Fluído oral: essa é uma nova modalidade de testagem, na qual a amostra é coletada do fluido da boca, das gengivas e da mucosa da bochecha, através de uma haste coletora. O resultado sai em 30 minutos.

Testes confirmatórios: nesse caso são feitos exames Western Blot, o Teste de Imunofluorescência indireta para o HIV-1 e o Imunoblot.

Tratamento

Primeiramente, quando é iniciado o tratamento, é preciso estar ciente de que ele não pode ser interrompido sem motivo grave e que as medicações devem ser tomadas exatamente na forma que foram prescritas. Se for feito de forma irregular, o tratamento irá falhar e fazer com que surjam vírus ainda mais resistentes.

Os medicamentos agem de diversas formas durante os ciclos de multiplicação do HIV, para que possam evitar novos vírus e a destruição das células imunológicas. Ademais, existe uma medicação para cada fase do ciclo, de modo a garantir que o tratamento seja mais eficaz. Ainda não há nenhuma medicação que seja capaz de destruir os vírus existentes.

Conheça o Truvada

Truvada é um medicamento destinado à prevenção e tratamento do HIV e da AIDS. O uso deste medicamento tem aumentado exponencialmente, pois ainda existem muitas pessoas que continuam a fazer sexo sem camisinha. Se uma pessoa fizer sexo com uma pessoa soropositivo sem usar preservativo, ela deve ir ao posto de saúde mais próximo, o mais rápido possível, para que possa conseguir o Truvada e fazer o uso do medicamento.

No entanto, não há 100% de certeza de que o Truvada irá bloquear a multiplicação desse vírus no organismo. A única forma realmente eficaz na luta contra o HIV/AIDS é com o devido uso da camisinha. O Truvada age impedindo que o vírus se multiplique pelo resto do corpo. Isso permite que a pessoa não fique de fato infectada e possa seguir sua vida normalmente, sem o risco de ter o vírus ou então passar o vírus para outras pessoas.

O Truvada contém em sua fórmula Emtricitabina e Tenofovir disoproxil, que possuem propriedades antirretrovirais. O Truvada é bastante indicado para pessoas com alto risco de contaminação, como parceiros de pessoas soropositivas, médicos, enfermeiros, dentistas, profissionais do sexo e pessoas que trocam de parceiros com bastante frequência ou então que usam drogas injetáveis.

O Truvada deve ser uma última opção, e não uma forma de prevenção. É preciso estar sempre atento.

Quais os efeitos colaterais do Truvada?

Ele pode causar:

  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Vômito;
  • Gases;
  • Diarreia;
  • Náusea;
  • Inchaço;
  • Coceira da pele;
  • Dores no estômago;
  • Urticárias;
  • Cansaço extremo;
  • Muita dificuldade de dormir;
  • Confusão mental;
  • Infarto.

Quais as contraindicações do Truvada?

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos, pessoas com alergia à emtricitabina, ao tenofovir disoproxil fumarato ou a outros componentes da sua fórmula. Já no que se refere à gestantes ou lactantes, pessoas que tenham problemas ou doenças nos rins ou fígado, hepatites crônicas de tipo B ou C, pessoas obesas, pessoas com diabetes, colesterol alto ou maiores de 65 anos, essas pessoas precisam de orientação médica.

Truvada  no SUS

Desde o mês de maio de 2017, o SUS fornece esse medicamento para as pessoas dos grupos de risco. Basta ir a um posto de saúde, fazer o cadastro e aguardar a liberação do medicamento. Entretanto, o SUS reforça que a melhor garantia contra a AIDS é sempre o uso da camisinha.

Fazer a compra desse remédio não é fácil, pois a distribuição é feita pelo SUS e, além disso, ele não é  comercializado no Brasil. Entretanto, existem farmácias online em que é possível encontrar o Truvada.

Como tomar?

A maioria dos médicos recomenda, para o caso dos adultos, uma combinação com outros medicamentos. A dosagem e o tempo de tratamento devem ser prescritas por um médico. Porém, normalmente, é indicado tomar 1 comprimido ao dia.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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