Categoria: Doenças

🥇 Vigorexia: O que é? Como é feito o Tratamento? 🤔

Olá meninas! Hoje o post é sobre um distúrbio causado pelos padrões de beleza atuais. Já estive acima do peso durante muitos anos da minha vida e sei como é difícil se manter inabalável diante de tantas críticas. No entanto, me surpreendi recentemente em saber que um amigo meu estava tratando um quadro de Vigorexia.

Ele sempre foi aquela pessoa super fitness, que acorda cedinho para ir correr no parque, sabe? Mas notei que ele começou a pegar cada vez mais pesado na academia, para ganhar mais e mais massa muscular. No começo achei que fosse algo normal, mas depois comecei a me assustar.

Lembro que quando nos vimos ano passado ele parecia muito abatido. Perguntei se estava tudo bem com ele, se estava doente, e ele me disse que estava tudo certo. Só o corpo dele é que insistia em não chegar na forma ideal. Achei que era brincadeira porque, sinceramente, dava para ver de longe que ele era um daqueles caras fortões que vivia na academia.

Por via das dúvidas perguntei se ele estava brincando e ele me disse que não. Que sempre que se olhava no espelho não gostava do que via, e que tinha muita coisa para corrigir ainda. Aquilo soou um alarme na minha cabeça. Tentei de todas as formas fazer com que ele percebesse que não tinha nada para mudar, mas não adiantou.

Dei um jeito de mudar de assunto e disse que estava indo ao psicólogo e que aquilo estava me fazendo muito bem. Disse que tinha sido a minha melhor decisão, e que, ainda que existisse ainda um preconceito sobre ir a um psicólogo, eu não tinha vergonha nenhuma.

Afinal, saúde mental é sempre muito importante.

Ele disse que andava se sentindo meio para baixo e perguntou se eu podia passar o número. Passei na mesma hora, feliz por ele ter entendido meu recado. O resultado? um m~es depois ele me ligou dizendo que queria marcar um café comigo e com meu marido para agradecer.

Quando nos encontramos, reparei logo de cara que o aspecto dele estava muito melhor. Ele foi logo me agradecendo por indicar o psicólogo. Admitiu que tinha sido diagnosticado com Vigorexia e nos explicou sobre oque se tratava. Disse que se eu não tivesse indicado o psicólogo, ele corria graves riscos à saúde, porque estava, na ápoca, fazendo uma dieta maluca que deixou a saúde dele totalmente comprometida.

Fiquei pasma, porque, para mim, as únicas pessoas que sofriam com as pressões do corpo ideal eram as que estavam acima do peso. Isso serviu como uma lição para mim de que todo mundo enfrenta batalhas diariamente as quais não temos a mínima ideia. Fiquei felicíssima por ter ajudado meu amigo a se recuperar desse transtorno, sinceramente.

Isso me levou a pesquisar ainda mais sobre esse distúrbio e trazer aqui para você, minha amiga leitora, tudo o que eu aprendi sobre ele. Portanto, se você quer saber mais, é só continuar lendo até o final!

O que é vigorexia?

A Vigorexia é também chamada de Síndrome de Adônis. Em termos científicos, é conhecida como Transtorno Dismórfico Muscular (TDM). Seja qual for o nome pelo qual as pessoas conhecem, essa síndrome é algo que precisa ser tratado.  Ela é definida como uma enfermidade psicológica e tem como principal característica uma constante insatisfação com a própria forma física.

Essa disfunção é responsável por fazer com que a pessoa passe a ficar dependente de atividades físicas. Além disso, as pessoas também costumam ficar extremamente obcecadas em aumentar a musculatura corporal. Não é nada incomum que essa disfunção chegue a levar até mesmo a quadros de depressão e ansiedade.

De modo geral, pode-se dizer que esse distúrbio acaba afetando mais os homens. Especialmente aqueles que tem uma rotina de exercícios e que buscam sempre um corpo ideal. O problema é que a Vigorexia surge quando essas pessoas excedem seus limites e nunca se dão por satisfeitos com sua forma física.

Ainda que seja bem mais comum em homens, nada impede que essa disfunção acabe atingindo também as mulheres. Afinal, a pressão da sociedade para que nós, mulheres, tenhamos sempre um corpo perfeito, com tudo no lugar ainda se faz presente.

Aliás, vale ressaltar que a vigorexia é tida como uma desordem psicológica e é muito parecida com a anorexia. Nos dois casos existe uma preocupação exacerbada com a forma física e o desejo de alcançar algo diferente.

Quais as causas da Vigorexia?

De modo geral, pode-se dizer que a Vigorexia surge quando o psicológico de uma pessoa é afetado. Isso pode surgir quando a pessoa recebe críticas sobre seu corpo, sobre a demora para ganhar massa muscular, entre outros. Os próprios padrões irreais de beleza e saúde são um dos motivos. Pessoas mais propensas acabam sendo afetadas por não conseguirem alcançar aquele exemplo de perfeição.

Existem ainda alguns indícios de que a doença tenha um cunho genético, mas são casos mais raros. De modo geral ela é causada quando a pessoa tem seu psicológico abalado e sente-se sempre insatisfeita com o próprio corpo, por mais musculoso que seja.

Quais os sintomas da Vigorexia?

O sintoma que mais caracteriza a Vigorexia é o fato de uma pessoa ter uma imagem distorcida do próprio corpo, mas há outros aspectos que levam a um diagnostico desse transtorno como:

  • Treino para desenvolvimento dos músculos de forma excessiva;
  • Preocupação desmedida com o próprio corpo;
  • Uso descontrolado de anabolizantes;
  • Passar a fazer restrição de alimentos;
  • Falta de apetite;
  • Fadiga;
  • Irritabilidade em excesso;
  • Depressão;
  • Quadros de insônia;
  • Uso excessivo de suplementos;
  • Uso de automedicação;
  • Excesso de cirurgias plásticas;
  • Baixa autoestima;
  • Cansaço persistente.

Um ponto chave é que, geralmente, certos detalhes mínimos no corpo, os quais as outras pessoas geralmente não reparam, ganham uma atenção muito maior pelas pessoas com vigorexia. Essa pessoa sempre fica ansiosa para corrigir logo esses pequenos defeitos que somente ela enxerga. Essa ansiedade vai se agravando cada vez mais, ocasionando a Vigorexia.

Quem pode identificar a Vigorexia?

Primeiramente, de modo geral, a pessoa que apresenta esse distúrbio muito raramente percebe o que está se passando. Na maioria das vezes a pessoa simplesmente acredita realmente que seu corpo precisa melhorar cada vez mais. O que geralmente acontece é alguém próximo à pessoa que percebe os sintomas desse transtorno. Na maioria dos casos a outra pessoa percebe quando o indivíduo descreve o próprio corpo de uma forma distorcida.

Outra forma de reconhecer a pessoa que tem vigorexia é notar que ela passou a fazer exercícios físicos com  muita frequência. Geralmente chega ao ponto de abandonar quaisquer outras atividades importantes da sua vida para ir em busca da forma física ideal.

É justamente por essa razão que todas as pessoas precisam aprendam a identificar os sintomas da vigorexia. Quanto mais rápido é feito o diagnóstico dessa doença e o tratamento for iniciado, maiores serão as chances de cura.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Quais as consequências da Vigorexia?

Quando a pessoa começa a buscar um corpo perfeito, praticamente inatingível, ela começa a se cobrar ao extremo. Essa atitude leva a pessoa a mudar bruscamente seus hábitos alimentares. E o problema é que, infelizmente, essa mudança acaba sempre sendo prejudicial.

Isso porque, ao mudar os hábitos alimentares, muitas vezes essa pessoa deixa de consumir certos alimentos que são essenciais para a saúde.

Ao deixar isso de lado, a pessoa fica com a saúde comprometida e ainda por cima aumenta o risco de doenças e infecções.

Afinal, deixando de consumir os nutrientes e as vitaminas necessárias., o sistema imunológico enfraquece e torna a pessoa mais suscetível a problemas relacionados à saúde.

Outras consequências que esse distúrbio traz consigo são a baixa autoestima e a dificuldade extrema da pessoa conseguir socializar com as outras. Para as pessoas que sofrem de vigorexia, o próprio corpo passa a ser a coisa mais importante de todas.

Assim, tudo o que acontece no mundo exterior acaba perdendo a importância. Ao logo do tempo essas pessoas passam a se isolar cada vez mais e fazer dos treinos o seu único objetivo de vida.

Nos casos ainda mais graves, a pessoa com vigorexia começa a praticar exercícios muito pesados sem nenhum descanso. Além disso, elas também passam a realizar cirurgias plásticas desmedidamente.

Todas essas questões acabam levando a complicações futuras para o corpo e também para a mente.

É muito comum que essa sobrecarga nos treinamentos acabe sendo prejudicial aos músculos, ossos e articulações, muitas vezes de forma irreparável. Caso a pessoa faça uso regular de anabolizantes durante longos períodos, estará propensa a diversas complicações.

Seu fígado e seus rins podem sofrer severos danos e além disso a pessoa pode desenvolver hipertensão e até mesmo aumentar as chances de um ataque cardíaco. Vale ressaltar que o consumo de anabolizantes também tem outras complicações. As principais delas são  os problemas de infertilidade, impotência e também o aparecimento de ideias suicidas.

Além disso, esse transtorno pode afetar não somente a saúde, mas diversas outras áreas da vida da pessoa. Aliás, na maioria dos casos os portadores desse transtorno acabam reduzindo o número de horas de trabalho ou de estudo. Isso é bastante sério e geralmente leva a problemas também nessas áreas.

Portanto, como resultado dessas atitudes, não é incomum que a pessoa se sinta mais e mais solitária. Com isso, a depressão encontra um ambiente propício para se instalar. Vale ressaltar que por volta de 58% das pessoas que tem vigorexia relatam também sintomas de depressão.

Como é feito o tratamento da Vigorexia?

O tratamento do quadro de Vigorexia se dá principalmente por meio do acompanhamento com um psicólogo ou então um psiquiatra. Esse o profissional irá ajudar o portador da Vigorexia a se aceitar e também voltar a ter uma autoestima elevada. Ainda que não seja um processo rápido, é preciso ser persistente e não desistir do tratamento. O acompanhamento de um profissional é imprescindível para que haja a reversão desse quadro.

Saiba que por meio da terapia, a pessoa aprende a se amar e aceitar seu corpo. Além disso, a forma como a pessoa enxerga seu próprio corpo também sofre uma mudança.

Depois de um tempo de tratamento ela vai parar de reparar somente naqueles pequenos defeitos corporais e poderá se focar no que realmente importa, que é sua saúde. Aliás, vale lembrar que mediante o acompanhamento de um profissional a saúde se restabelece como um todo. Juntamente com o psicólogo, a pessoa também pode ter a assistência de um nutricionista, que poderá indicar uma dieta saudável, mas que inclua as vitaminas e elementos necessários à saúde.

O auxílio de um nutricionista é muito importante, pois, como foi mostrado, muitos portadores de Vigorexia acabam adotando uma dieta extremamente pobre em nutrientes. O acompanhamento profissional permite que a pessoa recupere sua saúde e permite ao seu sistema imunológico um restabelecimento.

Além disso, nos casos em que a pessoa estiver com alguma lesão causada pela pela rotina desmedida de treinos, é super recomendado o acompanhamento de um fisioterapeuta. Com toda essa ajuda, a pessoa estará pronta para recuperar seu corpo e sua mente.

Casos de Vigorexia entre as Mulheres

Justamente por se tratar de uma doença relacionada aos padrões estéticos, a vigorexia também pode acontecer, como já foi dito, nas mulheres. Ainda que ocorra com uma frequência menor, não deixa de ser importante falar sobre isso.

Existe uma quantidade enorme de elementos que influenciam diretamente o desenvolvimento da vigorexia nas mulheres. Existem os fatores emocionais, os fatores socioeconômicos e também os fatores psicológicos. Justamente por isso, a Vigorexia não pode ser denominada como um transtorno que ocorre apenas entre o público masculino.

A vigorexia feminina é uma desordem que surge da mesma forma em que ocorre nos homens. Ou seja, aqueles padrões de corpo inatingíveis, que levam à prática desordenada de esportes, que por sua vez levam a transtornos alimentares e por fim levam à perda da vida social e da vida profissional da mulher.

Isso é muito sério e ouso dizer que ainda que ocorra com uma frequência menor nas mulheres, acaba sendo ainda pior.

Isso porque nós mulheres somos alvo de inúmeras pressões diariamente. Seja a forma como nos vestimos, como falamos, ou como temos que parecer.

Sempre tem alguém querendo participar com uma opinião sobre qualquer assunto. Isso tudo nos leva a almejar padrões que são impossíveis de alcançar.

A principal diferença entre a Vigorexia nos homens e nas mulheres está no que a pessoa almeja. No caso dos homens, como no exemplo do meu amigo, ocorre uma vontade interminável de ganhar mais e mais massa muscular. Enquanto isso, no caso das mulheres a Vigorexia se caracteriza por um transtorno alimentar, como a anorexia e a bulimia. Nesse caso a busca é de um corpo mais magro, da famosa “barriga chapada”.

Seja como for, a Vigorexia sempre surge da pressão externa por um corpo ideal. É extremamente importante se dar conta de que não existe nem nunca existirá um corpo ideal. Sabe aquelas modelos nas revistas? A imagem é completamente tratada e corrigida, para anular qualquer imperfeição. A vida real é muito diferente do padrão que a indústria impõe. Ter imperfeições não nos faz piores, nos faz simplesmente humanos.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Fibromialgia: O que é, Causas e Tratamentos – Saiba tudo AQUI! 🤔

Olá meninas! Hoje o assunto é Fibromialgia. Provavelmente você é ou então você conhece alguém que está sempre com dores no corpo. O grande problema é que, por não ter diagnóstico ou nenhum motivo aparente, pode parecer que não se trata de nada sério, Pelo menos nada que precise de uma atenção médica.

Aí é que mora o perigo. Muitas pessoas acabam até achando que a outra pessoa está inventando dores, mas isso é uma tremenda injustiça. Isso porque a Fibromialgia é uma doença silenciosa, que ainda não tem cura e não é muito conhecida pelas pessoas.

Talvez o nome não pareça tão estranho assim, ainda mais se você acompanha as notícias e está sempre sendo informada de alguém que teve de se afastar das atividades devido à Fibromialgia. Pois então, este texto tem o objetivo de esclarecer um pouco mais sobre essa doença, para que você possa se informar ainda mais sobre ela.

Se você não sabe do que se trata, ou então deseja saber ainda mais, esse texto é para você. Basta acompanhar até o final para saber tudo sobre esse mal silencioso, que é a fibromialgia. Vamos lá?

O que é a Fibromialgia?

A Fibromialgia é uma doença crônica e isso, infelizmente, significa que ela não tem cura. Mas isso não quer dizer que as pessoas que tem essa doença tenham que ficar sofrendo. O ideal é que o diagnóstico seja feito de forma rápida, quanto mais cedo melhor. Isso irá facilitar a investigação dos médicos por métodos que possam aliviar as dores o quanto antes.

A dor principal da Fibromialgia atinge todo o corpo. Isso faz com que as pessoas que sofrem com essa doença fiquem impossibilitadas de desempenhar as atividades que costumavam fazer antes.

Qual é o diagnóstico da Fibromialgia?

O diagnóstico da Fibromialgia pode levar até mesmo anos para ser realizado. Isso acontece porque mesmo os exames não fazem com que seja fácil detectar algo anormal acontecendo. Muitas vezes esse quadro deixa os médicos até mesmo sem saber o verdadeiro motivo das dores.

Dessa forma, não é possível diagnosticar de onde vem as fortes dores que os pacientes sentem. No entanto, isso não quer dizer que a pessoa terá que viver sem saber o que tem. Ocorre que, mediante algumas consultas e analisando os sintomas relatados pelos pacientes, o médico poderá chegar ao diagnóstico da Fibromialgia.

Portanto, quanto antes ele for feito,mais facilmente o paciente irá se adaptar à doença, se acostumar com o tratamento e amenizar os efeitos dele. Tratamento este, aliás, que deverá ser feito pelo resto da vida.

Trata-se de uma doença não escolhe sexo nem idade. Ou seja, pessoas que qualquer faixa etária podem sofrer com ela. No entanto,  os casos de Fibromialgia são mais comuns em pessoas entre 30 e 50 anos de idade. Mas ela também pode se desenvolver em crianças, que deverão realizar um tratamento adequado. Dessa forma, as dores dessa doença poderão ser aliviadas.

A Fibromialgia é uma doença curável?

Infelizmente, não. A Fibromialgia ainda não tem cura. Ainda assim, seu tratamento é extremamente eficaz e as pessoas conseguem levar uma vida normal, mesmo portando a doença.

No entanto, vale ressaltar que, às vezes, as dores podem ser tão fortes que nem os medicamentos são capazes de amenizar o sofrimento dos pacientes. Nesses casos, é necessário procurar o seu médico responsável. Dessa forma, ele poderá recomendar um analgésico que seja mais potente e adequado para esse caso.

Quais são os sintomas da Fibromialgia?

Por muitos anos, era extremamente difícil diagnosticar essa doença. Muitas pessoas acreditavam que as dores que os pacientes sentiam não eram reais. Isso porque não eram capazes de identificar o que estava causando dor neles. Contudo, hoje em dia já é bem mais fácil conseguir um diagnóstico preciso. Isso se deve aos sintomas da Fibromialgia, que foram descobertos ao longo dos anos, como:

  • Dores nas articulações, nos músculos, e em todo o corpo. Isso sem apresentar nenhuma causa específica, como batidas, acidentes, e outros motivos que possam ser os causadores dessas dores;
  • Cansaço. A pessoa apresentar um cansaço excessivo quando realiza pequenas atividades físicas, ficando sem disposição para fazer qualquer coisa;
  • Perda de concentração, de foco, e alguns problemas de memória;
  • Dores na cabeça que continuam por muito tempo, mesmo depois de ter tomado remédio;
  • Dormência e formigamento nas mãos e nos pés;
  • Palpitações;
  • Problemas de sono.

Quais são as causas da Fibromialgia?

Não existe nenhuma causa  que seja específica da Fibromialgia. Ainda assim, existem algumas pessoas que se encontram em grupos de risco, como no caso das mulheres com idade entre 30 e 50 anos. Afinal, essa é a faixa etária na qual mais se identificam os casos de Fibromialgia.

Contudo, essa doença pode ser causada por três fatores:

Genética – Isso significa que, caso alguém da sua família tenha essa doença, é bastante provável que você seja diagnosticado com a Fibromialgia. As chances são maiores do que com qualquer outra pessoa;

Infecções e doenças causadas por vírus – Nesse caso, a Fibromialgia pode ser causada por essas doenças virais.

Sedentarismo, problemas de sono, má alimentação e falta de atividades físicas – Esses fatores também já foram assimilados às pessoas que apresentaram essa doença.

Qual é o tratamento para a Fibromialgia?

O tratamento da Fibromialgia é uma combinação de diversos tratamentos. Isso porque, além do remédio para aliviar as dores, também é feito todo um trabalho de fisioterapia, além de um plano de atividades moderadas, para que os músculos não sejam forçados.

As massagens e a acupuntura também são bastante indicadas para o tratamento da Fibromialgia. Isso porque elas conseguem relaxar o corpo. Com isso, os músculos ficam mais soltos, leves e menos tensos, o que faz com que as dores, quando ocorrem, ocorram em menor intensidade.

Para que o paciente possa ter uma vida normal, mesmo depois de ter sido diagnosticado, também são recomendadas terapia ocupacional e a prática de alguns métodos que ajudem a aliviar o stress e a diminuir a quantidade de pensamentos negativos.

O mais importante de tudo é não desanimar nunca. Muitas pessoas, por saberem que é uma doença incurável, acabam tomando o diagnóstico como uma sentença de morte, mas a verdade está longe disso. É totalmente possível conviver com a doença e sem sentir dor a todo momento. Basta receber o diagnóstico o quanto antes e trabalhar no tratamento. Lembre-se que você é muito mais forte do que pensa.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Cisto no Ovário – Saiba TUDO aqui! 🤔

Olá meninas! Hoje vou falar sobre um assunto super importante a todas nós, mulheres: O cisto no ovário.  Esse é um problema bastante comum nas mulheres, especialmente nas mulheres que ainda estão em seu período fértil. O número de casos chega a 2 milhões por ano, aqui no Brasil. Ainda assim, esse problema causa enormes preocupações.

Um medo bastante comum das mulheres portadoras de cisto no ovário é que isso dificulte a gravidez ou até mesmo que isso as torne inférteis. No entanto, será que isso é realmente possível?

Se você quer saber a resposta dessa pergunta e esclarecer muitas outras dúvidas sobre esse problema, é só acompanhar esse artigo até o final. Vem comigo!

O que é o cisto no ovário?

O cisto no ovário é, de modo geral, uma bolsa contendo líquido que pode surgir dentro, fora ou sobre o ovário. Os cistos costumam aparecer quando existe um descontrole hormonal e isso não afeta a ovulação.

No geral, esses cistos se manifestam em mulheres na idade adulta, especialmente nas que estão entre os 20 e os 35 anos  e que tem alguma doença inflamatória pélvica ou então nas que são portadoras de endometriose.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Quais são os tipos de cistos?

Existem diversos tipos de cistos no ovário. O tipo de cisto irá influenciar nos exames necessários para o seu diagnóstico e também na forma como seu tratamento será feito. Veja agora todos os tipos:

Cisto folicular

Esse é o mais comum dentre os tipos de cistos. O cisto folicular se forma quando não existe ovulação e o folículo não libera o óculo, o que resulta na formação do cisto. Essas bolsas tem, geralmente, o tamanho máximo de 6%.

Além disso, grande parte das mulheres que possuem cistos foliculares costumam sentir dor. Para que possa ser descoberto, é necessário realizar um exame de ultrassom.

Cisto Lúteo

Esse tipo de cisto pode sofrer rompimento durante a menstruação e demorar até cerca de três meses para que possa desaparecer por completo.

Ele surge da seguinte forma: quando o folículo se rompe, o corpo passa a liberar hormônios com o intuito de preparar o corpo para que o óvulo seja fecundado. Quando isso não acontece, o corpo lúteo é descartado.

Em determinadas situações, esse corpo pode ficar cheio de sangue ou de fluído e entrar em expansão. Isso se transforma em um cisto, que pode atingir até 10 centímetros. Entretanto, esse tipo de cisto não manifesta sintomas.

Cisto hemorrágico

O cisto hemorrágico surge no ovário e pode aparecer ou desaparecer de forma natural no intervalo entre os ciclos menstruais.

De modo geral, não é preciso ser feito nenhum tratamento. Porém, quando acontecem situações graves, é preciso realizar uma intervenção cirúrgica.

Quais são os sintomas dos cistos no ovário?

Ainda que a maioria dos cistos passe despercebida, algumas mulheres chegam a sentir dores, que surgem durante as relações sexuais, além de inchaço no abdômen, dor ao ir ao banheiro e também dor pélvica.

Já em alguns outros casos, pode ocorrer uma torção ou ruptura, sangramento e também dor abdominal aguda.

Como é feito o tratamento dos cistos?

Geralmente, os cistos no ovário não necessitam de tratamento, pois desaparecem de forma natural. Só é preciso que seja feito um acompanhamento médico, até que o cisto possa ser eliminado de forma completa.

Entretanto, alguns casos necessitam de tratamento especializado, para que o cisto não cresça de forma descontrolada ou provoque até mesmo consequências mais sérias.

Portanto, pode ser recomendado que a mulher passe a tomar medicamentos anticoncepcionais, para que dessa forma possa impedir o aparecimento . Além disso, também pode se fazer necessária a realização de uma cirurgia, para que o cisto possa ser completamente removido.

Contudo, esse tipo de cirurgia é realizada somente em último caso, quando os outros tratamentos não apresentaram resultados significativos.

Como é feita a cirurgia para a retirada dos cistos no ovário?

A cirurgia para a remoção dos cistos no ovário é bastante delicada e só é prescrita em casos extremos. Ao longo desse procedimento, o médico remove apenas os cistos, sem que atinja os ovários.

No entanto,  caso seja detectada a presença de um tumor maligno durante os exames, pode ser necessária a retirada completa dos ovários, para que isso possa impedir que o câncer se espalhe para os outros órgãos saudáveis.

Cistos no ovário podem atrapalhar a gravidez?

O medo bastante comum de que os cistos no ovário tornem a gravidez mais difícil é o maior temor de se tornar infértil.

Porém, esse medo é injustificado na maioria dos casos. Afinal de contas, geralmente esses cistos desaparecem sozinhos e não há necessidade de intervenção cirúrgica.

Esses cistos provocam, no máximo, pequenos desconfortos, mas não influenciam na ovulação. É justamente isso o que faz  com que muitas mulheres convivam com os cistos por anos, sem nem desconfiar que os tem.

Em suma, os cistos podem dificultar que a mulher engravide, mas não impede que isso ocorra. Entretanto, caso a gravidez já esteja em curso, é preciso muita atenção ao tamanho do cisto, pois alguns deles podem provocar abortos.

Além do mais, os cistos considerados malignos podem colocar a vida da mãe e do bebê em risco, sendo necessário um acompanhamento médico durante todo o período da gravidez.

Qual a diferença entre cistos no ovário e ovário policístico?

Essa é uma dúvida super comum que muitas mulheres têm.  Acaba existindo uma confusão entre cistos no ovário e o quadro de ovário policístico.

Primeiramente, é importante esclarecer que se tratam de dois problemas bem diferentes. O cisto no ovário tem como principal característica uma única bolsa com conteúdo líquido. Já no que se refere à síndrome dos ovários policísticos (SOP), sua denominação é o quadro em que os ovários aumentam de tamanho e ficam repletos de bolsas contendo um material líquido ou semi-sólido.

As pessoas que tem a SOP pode sofrer, ainda, de transtornos físicos e desequilíbrios hormonais. Isso tudo pode ser tanto a causa quanto a consequência desta doença.

Além do mais, os ovários policísticos são um dos principais motivos pelos quais várias mulheres acabam tendo dificuldade para engravidar.

Como prevenir os cistos no ovário?

Para que você possa prevenir o surgimento de cistos no ovário, é preciso ir regularmente ao ginecologista, de preferência mensalmente ou, ao menos, a cada 6 meses.

Portanto, procure conversar com seu médico. Comente sobre qualquer sintoma que você venha a apresentar e faça exames regularmente. Caso você tenha endometriose ou o histórico de cistos no ovário, é recomendado o uso de anticoncepcionais regularmente. Dessa forma você poderá impedir o surgimento novos cistos.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Tricomoníase – Saiba AQUI tudo sobre esta doença 🤔

Olá meninas! Hoje vou falar sobre a Tricomoníase. Apesar do nome pouco conhecido, ela é considerada uma DST (doença sexualmente transmissível) bastante comum.

O primeiro sinal dela é uma coceira genital bem intensa, do tipo que incomoda a ponto de desesperar. Depois dessa fase inicial, aparece um corrimento com cheiro bem desagradável. Por fim, bastante dor ao urinar.

Esses três sintomas nessa sequência são sinais de tricomoníase. Essa é uma doença sexualmente transmissível que afeta tanto os homens quanto as mulheres.  No entanto, vale lembrar que para as mulheres, podem haver consequências bem sérias.

Portanto, se você, minha amiga, não sabe o que é a tricomoníase, ou sabe e quer aprender ainda mais, você está no lugar certo! É só continuar comigo até o final desse artigo para aprender tudo. Vamos lá?

O que é a Tricomoníase?

A tricomoníase é uma DST que tem como causa um protozoário. Ela afeta, todos os anos, cerca de 2 milhões de pessoas em todo o Brasil.

Esses números tão grandes tem uma explicação bastante simples: mesmo com os sintomas que eu frisei ali no começo, somente uma parcela bem pequena dos infectados (cerca de 30%) apresentam alguns destes sinais.

A maioria dos infectados (os homens, na maioria dos casos), não apresentam sinal algum. Ou então, quando manifestam algum sintoma, eles são tão pequenos que não os motiva a procurar auxílio médico.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

O que causa a tricomoníase?

Como vimos ali em cima, a tricomoníase tem como causa um protozoário de nome Trichomonas vaginalis. O que importa, de fato, é o modo como ele chega ao corpo humano.

Esse protozoário pode infectar tanto homens quanto mulheres, por meio do sexo vaginal. Quando a relação é oral ou anal, a infecção geralmente não acontece. Afinal, esse protozoário não sobrevive se estiver fora do sistema urogenital.

Uma vez que esteja dentro do corpo humano, ele fica hospedado na mucosa vaginal, no prepúcio, na uretra ou até mesmo na próstata.

Como a tricomoníase é transmitida?

A tricomoníase é transmitida com bastante frequência via relações sexuais sem o uso de preservativo, quando uma das pessoas já tem esse protozoário em seu organismo.

De modo geral, as relações sexuais que apresentam risco de contaminação são as que acontecem entre homem e mulher e também entre mulher e mulher. Nas relações homem e homem, ela é praticamente inexistente.

Quando o protozoário causador da tricomoníase infecta uma mulher, ele fica instalado no trato genital inferior (região onde estão a vulva e a vagina). Quanto aos homens, ele se instala na uretra.

A tricomoníase é contagiosa?

De modo geral, a tricomoníase é transmitida somente por via sexual. Entretanto, o contágio pode ocorrer em outras situações bastante  raras. Um exemplo disso se dá por meio de objetos que estejam contaminados, como toalhas molhadas e também assentos de vasos sanitários.

Em alguns outros casos, as gestantes que forem contaminadas, podem transmitir essa doença para o bebê, por meio da transmissão vertical. No entanto é muito raro isso ocorrer, e se dá em apenas 5% dos casos.

Quando ocorre, essa contaminação pós parto é solucionada pouco tempo depois do nascimento, pois o organismo da criança elimina de forma natural esse protozoário.

Ainda assim, as meninas recém-nascidas ainda precisarão receber tratamento pelo período mínimo de três semanas.

Quais os fatores de risco da tricomoníase?

Primeiramente, por se tratar de uma doença sexualmente transmissível, a tricomoníase apresenta alguns fatores de risco já bastante conhecidos e totalmente fáceis de ser solucionados, como:

Já ter tido outras DSTs

As pessoas que já tiveram outras doenças sexualmente transmissíveis acabam tendo maiores chances de serem contaminadas com a tricomoníase.

Relações sexuais sem proteção

Fazer sexo sem usar preservativo, ainda que seja com um parceiro de muito tempo, aumenta significativamente a chance de se contaminar com o protozoário que causa a tricomoníase.

Portanto, para que você possa se proteger dessa doença, é importante sempre utilizar preservativo, seja ele masculino ou feminino.

Grande número de parceiros

Ainda que isso seja um tanto controverso, pessoas que tem muitos parceiros acabam tendo maiores chances de serem contaminadas com a tricomoníase. Isso se deve ao fato de que elas podem ter relações sexuais sem proteção em certas ocasiões.

Falta de higiene

Pode parecer até mesmo redundante e desnecessário afirmar isso, mas a falta de higiene é um outro fator de risco para que a pessoa seja contaminada com a tricomoníase.

Isso ocorre porque a doença também pode surgir devido ao uso de toalhas molhadas ou até mesmo por ter contato com um assento de vaso sanitário mal higienizado.

Quais são os sintomas da tricomoníase?

Da mesma forma que ocorre com algumas doenças sexualmente transmissíveis, a tricomoníase pode não ser diagnosticada facilmente, justamente por não apresentar sintomas em todos os casos. Entretanto, quando esses sinais se mostram, eles podem variar muito.

Algumas pessoas, por exemplo, se queixam apenas de uma simples irritação, enquanto com algumas outras pode até mesmo surgir uma inflamação grave em seu aparelho genital. Além disso, os sintomas são bastante diferentes nos homens e nas mulheres.

No que se refere às mulheres, a doença apresenta os seguintes sintomas:

  • Corrimento branco, cinzento, amarelo ou verde, com mau cheiro;
  • Vermelhidão na região genital;
  • Sangramentos vaginais;
  • Coceira na vagina;
  • Queimação;
  • Inflamação genital e dor ao urinar ou dor durante o ato sexual.

Porém no caso dos homens, os sintomas são bem mais leves. Eles geralmente costumam se queixar de:

  • Corrimento com cheiro desagradável;
  • Coceira;
  • Sensação de queimação ao urinar ou durante a ejaculação;
  • Urgência urinária.

Como a tricomoníase é tratada?

Da mesma forma que ocorre com muitas doenças sexualmente transmissíveis, a tricomoníase tem, sim, uma cura. Seu tratamento é realizado em etapas, para que a doença possa ser eliminada de forma completa do organismo.

Primeiramente, a recomendação é que as pessoas que tenham essa doença se abstenham sexualmente. Dessa forma, o organismo pode se reequilibrar e o desconforto irá diminuir.

Em uma segunda etapa, é preciso fazer uso de antibióticos e de quimioterápicos, tanto para o paciente quanto para os seus parceiros. Dessa forma é eliminado o risco de reinfecção.

No caso das mulheres, é possível realizar esse tratamento por meio de um medicamento oral, em uma única dose, em conjunto com a aplicação de um creme vaginal.

Quais os riscos de complicações?

É muito importante se atentar aos sintomas e procurar um tratamento o mais rápido possível. A complicação mais grave é a infertilidade.

Isso ocorre porque a doença inflama toda a área genital, o que pode causar obstrução tubária. Isso impede a passagem dos espermatozoides ou óvulos, o que causa a infertilidade.

Além do mais, a tricomoníase causa uma inflamação na parede vaginal, nas mulheres. No caso dos homens. ocorre uma inflamação na uretra, o que faz com que os espermatozoides fiquem mais lentos. Quando essa doença não é tratada, a inflamação também pode levar à infertilidade.

Portanto, é importantíssimo sempre se ater a todos os sinais que seu corpo lhe transmite. Dessa forma você pode levar uma vida saudável e com muito mais tranquilidade.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Endometriose: Saiba AQUI tudo sobre esta doença 🤔

A endometriose é um problema muito comum entre as mulheres. Ela afeta principalmente as mais jovens e que estão em se período fértil. Ela é considerada uma doença comum, que afeta cerca de 2 milhões de mulheres anualmente no Brasil.

Suas marcas registradas são a dor e as cólicas intensas. A endometriose pode surgir depois da primeira menstruação e causar enormes danos à qualidade de vida da mulher, devido a todo esse desconforto.

Apesar de ser bastante comum, muitas mulheres não entendem o que é a endometriose e as formas de conviver ou até mesmo de tratar essa doença.

Se você não sabe o que é a endometriose, ou já sabe, mas quer aprender ainda mais, você veio ao lugar certo! É só continuar comigo até o final desse artigo para que você possa aprender tudo sobre o assunto. Vem comigo!

O que é a endometriose?

A endometriose surge quando o endométrio, que é o tecido que recobre a parte interna do útero, cresce de forma descontrolada.

Quando a gravidez não ocorre, o endométrio descama e é eliminado na menstruação. Entretanto, quando ele cresce em demasia, acaba se acumulando em outros locais do sistema reprodutor feminino, como nos ovários e nas  trompas, o que caracteriza a endometriose.

Em suma, ela é um distúrbio no qual o tecido que geralmente reveste o útero, cresce fora do útero.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Quais os tipos de endometriose?

Ainda que se caracterize pelo crescimento exagerado do endométrio, a endometriose possui tipos diferentes, que influenciam não somente a área atingida pelo tecido estranho, como também os efeitos que são provocados por essa doença. Veja agora todos os tipos:

Endometriose profunda

Esse é o tipo mais grave de endometriose. Os seus sintomas são bastante intensos e frequentes, além de acontecer a formação de nódulos que afetam o reto, os órgãos genitais e até mesmo o intestino.

As mulheres que sofrem de endometriose profunda, aliás, tem maiores chances de se tornarem inférteis, devido ao seu nível de gravidade. Além disso, acabar com os sangramentos intensos é bem difícil, o que gera muitos riscos.

Endometriose ovariana

Nesse caso, o sangue que fica alojado nos ovários a cada ciclo menstrual forma pequenos ciclos, que vão crescendo todos os meses.

Esse crescimento prejudica a fertilidade feminina.  Por esse motivo é super importante procurar as opções de tratamento rapidamente. Apesar disso, em diversos casos, não é necessário fazer a retirada dos cistos para que o problema se resolva.

Endometriose superficial

Nesse tipo de endometriose, que é o mais leve de todos, são formadas pequenas lesões na região da pélvis. Apesar de ser o tipo mais leve, seu diagnóstico é mais difícil, justamente pelo dato de atingir uma região mais superficial.

Dessa forma, boa parte das mulheres que sofrem de endometriose superficial acabam descobrindo o problema somente depois de realizar algum procedimento cirúrgico.

Apesar de não ser classificada como um tipo grave da doença, depois que for diagnosticado é preciso  o acompanhamento constante com um ginecologista.

Endometriose septo reto-vaginal

Esse tipo de endometriose é bastante raro e afeta a região localizada entre o reto e a vagina.Esse tipo é tão difícil de ser diagnosticado que ainda existem bem poucas informações sobre como o endométrio chega até esse local.

Endometriose de parede

Esse tipo de endometriose aparece geralmente depois de uma cirurgia. É caracterizado pela formação de cistos na região próxima à área onde o procedimento foi realizado.

Endometriose pulmonar ou pleural

Este também é um caso bastante raro de endometriose, no qual há o comprometimento dos vasos sanguíneos localizados no pulmão, o que gera tosse com sangue.

Quais os fatores de risco para a endometriose?

A endometriose pode surgir mais facilmente nas mulheres com casos dessa doença na família. Pesquisas realizadas recentemente apontam que em 51% dos casos de endometriose, as mulheres diagnosticadas possuíam irmãs ou mães com a mesma doença.

Além disso, existem também outros fatores que podem contribuir para o desenvolvimento dessa doença, como os ciclos menstruais irregulares, os períodos menstruais com duração maior do que sete dias, não ter passado por nenhuma gravidez ou, ainda, apresentar algum tipo de anomalia no útero.

Como a endometriose pode ser classificada?

Além de ser dividida em diferentes tipos, a endometriose também pode ser classificada de acordo com a intensidade dos seus sintomas. Eles influenciam, inclusive, na forma como ela vai ser tratada.

No caso de endometriose leve, as dores e sintomas da doença costumam ser bem fracos e suportados com facilidade. Ou seja, não é preciso o uso de medicamentos para que a doença seja controlada.

Quanto às mulheres que sofrem com endometriose moderada, geralmente é preciso o uso frequente de medicamentos, para que possam aliviar os sintomas.

Já no caso das mulheres que precisam lidar com a endometriose severa, as dores são tão intensas que nem mesmo o uso de medicamentos é capaz de resolver.

O que pode causar a endometriose?

Alguns eventos podem desencadear a endometriose, como a menstruação retrógrada. Nesse caso, o fluxo sanguíneo proveniente da menstruação percorre um caminho que acaba sendo levado às tubas uterinas, vazando para os ovários ou e até mesmo para os intestinos.

Além disso, os problemas que afetam o sistema imunológico também podem facilitar o surgimento da doença. Afinal, o organismo, que estava funcionando de forma inadequada, passa a produzir as células do endométrio em locais onde elas não deveriam estar presentes.

Quais são os sintomas da endometriose?

Quando se pensa em endometriose, o primeiro sintoma que vem à mente é a dor, e esse pensamento está super correto. Aliás, saiba que 60% das mulheres que possuem endometriose relatam cólicas menstruais intensas e frequentes.

No entanto, a doença não causa apenas cólicas muito fortes. A endometriose manifesta outros sintomas, como:

  • Dores abdominais muito fortes no período pré-menstrual;
  • Sensação constante de cansaço;
  • Sangramento intenso e abundante durante o período de menstruação;
  • Presença de nódulos ou cistos.

Além disso, pode também surgir uma sensação de dor ao urinar, constipação e dor intestinal. Além disso, náuseas e vômitos durante as crises mais intensas de dor.

A endometriose tem cura?

Infelizmente, não. Por ser um problema crônico, é necessário o tratamento por toda a vida fértil da uma mulher.

Os médicos podem também sugerir, por exemplo, alguns procedimentos cirúrgicos (se o quadro for muito grave). Ou então, o uso de alguns medicamentos para o tratamento a longo prazo.

Além disso, também pode ser necessária a utilização de analgésicos e anti-inflamatórios. Eles são usados para combater as dores frequentes. Além disso, pode ser recomendado o uso de métodos anticoncepcionais, como a pílula ou o DIU.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Colite – Saiba AQUI tudo sobre essa doença 🤔

Olá meninas! Você sabia que sentir dores na região do abdômen é algo bem comum? Sabia que isso afeta tanto os homens quanto as mulheres? Pois é. Algumas vezes, o incômodo nessa região é provocado pelo acúmulo de gases.

Já em outros casos, é a menstruação a responsável por provocar essas dores. Elas passam rapidamente e necessitam apenas do uso de analgésicos simples. Em alguns casos, somente o repouso já é o necessário para resolver esse problema.

No entanto, em outros casos, essa dor se torna algo tão frequente que pode ser um alerta de que alguma coisa mais séria está acontecendo. Saiba que uma das causadoras mais comuns é a colite.

Você já ouviu falar dessa doença? Conhece seus sintomas e sabe como tratá-la? Não? Então é só continuar comigo até o final desse artigo para aprender tudo sobre a colite.

    

O que é a colite?

A colite é uma doença inflamatória que geralmente atinge uma ou mais camadas do cólon e provoca disfunções em seu funcionamento.

Aliás, qualquer alteração no funcionamento dessa estrutura pode ser considerada um tipo de colite. Ela provoca sintomas bastante sérios, além de variar seus graus de intensidade.

Quais são os tipos de colite?

Assim como a maioria das doenças, a colite possui diferentes tipos, com sintomas diversos. Veja agora cada um desses tipos:

Colite ulcerativa

É o tipo de colite mais comum e ocorre quando o sistema imunológico de uma pessoa acaba atacando as bactérias do trato digestivo. É considerada uma doença crônica. A pessoa diagnosticada com esse tipo de colite, geralmente lida com períodos onde a doença é aguda. Mas também apresenta períodos de remissão, no qual os sintomas são poucos ou praticamente inexistentes.

As pessoas que sofrem com a colite ulcerativa costumam apresentar inflamações e ulcerações que vão desde o início do reto até a camada mais superficial do cólon. Além disso, essas pessoas apresentam constantes diarreias e dores abdominais.

Colite isquêmica

Essa doença ocorre quando o fluxo sanguíneo que deveria ir para o cólon é cortado ou restringido. Ela é provocada pelos coágulos de sangue.

Esse tipo de colite pode ser provocado por aterosclerose na região do cólon ou então outra doenças como a vasculite, a hérnia, a diabetes, o câncer de cólon, a desidratação ou então pode ser provocada pelo uso de certos medicamentos.

Essa doença ocorre com maior frequência no lado esquerdo do cólon e causa diarreia, dores abdominais, além de sangramento intestinal.

Colite provocada por infecção viral

Nesse caso, a doença é provocada por um vírus que se aloja na região do cólon e pode ser contraído por meio de relações sexuais sem uso de preservativo, transfusões de sangue ou então o contato com saliva, urina ou gotículas respiratórias.

Enterocolite

Esse tipo de colite é provocado por infecções bacterianas ou virais, por medicamentos ou até mesmo por intoxicação alimentar, e pode atingir o intestino grosso ou o delgado.

Pessoas que sofrem com a enterocolite podem apresentar diarreia, dores abdominais e febre, além de náusea e vômitos.

Colite pseudomembranosa

Essa doença se deve a um desequilíbrio entre as bactérias boas e ruins que ficam no intestino. Nesse caso, o uso de antibióticos ou de outros remédios pode eliminar as bactérias boas, o que provoca infecções.

No caso de colite pseudomembranosa, o paciente pode apresentar como sintomas a diarreia e o surgimento de placas esbranquiçadas no interior do cólon.

Colite nervosa

Esse tipo de colite é chamado também de síndrome do intestino irritável. Ela é o resultado de uma dieta pobre em fibras ou, ainda, pode ser provocada devido a um quadro de stress elevado. Ela é considerada uma doença crônica e pode piorar, de acordo com a alimentação e também durante o ciclo menstrual.

Colite microscópica

Este é um dos tipos mais raros de colite e se dá, geralmente, em pacientes com mais de 60 anos e está quase sempre associada a casos de doenças autoimunes. Ela pode provocar diversos sintomas, como diarreia aquosa, dores abdominais e cólicas, perda de peso não intencional e náuseas.

Doença de Crohn

Esta é uma doença crônica que afeta principalmente a parte inferior do intestino delgado e do intestino grosso, podendo chegar a atingir todo o sistema digestivo.

Soa causa é desconhecida e ela não tem cura. A doença de Crohn pode ser controlada, e apresenta como principais sintomas a diarreia, a dor abdominal, a febre, a fraqueza e a perda de peso. Ela é bem mais frequente em pessoas entre 20 e 30 anos.

Colite alérgica em crianças

Esse tipo de colite pode afetar crianças com menos de um ano. Ela é provocada por uma alergia ao leite de vaca ou de soja e seu surgimento é mais comum em crianças que ainda estão sendo amamentadas com o leite materno.

Colite hemorrágica

Ela é provocada por uma bactéria. No caso dessa doença, a pessoa sofre com um quadro de diarreia sanguinolenta e dor abdominal bastante intensa.

O que causa a colite?

Os fatores causadores da colite variam de acordo com o tipo de colite, embora grande parte dos casos ela seja desconhecida. Entretanto, existem algumas causas possíveis:

  • Infecções agudas e crônicas, causadas por vírus e parasitas;
  • intoxicação alimentar causada por bactérias;
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Baixa circulação sanguínea;
  • Radiação passada para o intestino grosso.

Como é transmitida a colite?

De modo geral, a colite não é transmissível. Isso só ocorre quando ela é causada por algumas infecções virais. Nesses casos, o vírus que é o causador da doença pode ser transmitido através de relações sexuais, transfusões de sangue, saliva, fezes, leite materno, urina e também gotículas vindas das vidas respiratórias.

Quem pode desenvolver colite?

A colite é uma doença que afeta tanto homens quanto mulheres. Entretanto, ela é mais comum em pessoas com idade entre 15 e 35 anos. Ou, ainda, entre os 60 e os 80 anos.

Além disso, o fator genético também pode facilitar o surgimento dessa doença, assim como os fatores ambientais (como a poluição do ar) e algumas dietas. Os fatores emocionais, como o stress em excesso e os desequilíbrios emocionais contribuem para agravar a situação.

Quais os sintomas da colite?

No caso da colite, os sintomas variam de acordo com a extensão do problema e também do local afetado.

Entretanto, as pessoas que sofrem com essa doença podem apresentar esses principais sintomas: dilatação abdominal, dor abdominal frequente ou recorrente, fezes com sangue, calafrios, necessidade constante de evacuar, desidratação, diarreia, febre e aumento de flatulência ao longo do dia.

Como a colite é tratada?

Ainda que seu tratamento varie de acordo com o tipo de colite diagnosticada pelo médico, as principais medidas envolvem uma alimentação saudável, incluindo os probióticos , a ingestão de muita água e também o uso de medicamentos que são destinados ao combate das dores e que amenizam os sintomas.

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🥇 Truvada – Saiba TUDO sobre este medicamento 🤔

O que é HIV?

O HIV é uma sigla em inglês para o Vírus da Imunodeficiência Humana, que é o causador da AIDS. O vírus age infectando o sistema imunológico, que é responsável por defender o corpo de doenças.

Nos dias atuais, ter HIV e ter AIDS não significam a mesma coisa. Muitas pessoas são portadoras do vírus HIV, no entanto, não apresentam os sintomas nem chegam a desenvolver a AIDS. Entretanto, é necessário muito cuidado, pois, mesmo sem ter AIDS, a pessoa pode transmitir o HIV.

Ainda não existe cura para o HIV, mas atualmente já existem ótimos medicamentos para reduzir a progressão dessa doença. Esses remédios diminuíram significativamente o número de mortes, no entanto, não é um tratamento fácil e é muito importante tomar diversos cuidados.

Qualquer pessoa corre o risco de ser infectada pelo HIV, pois ele pode ser contraído:

  • Através do sexo vaginal sem camisinha;
  • Através do sexo anal sem camisinha;
  • Através do sexo oral sem camisinha;
  • Através do uso da mesma seringa por mais de uma pessoa;
  • Através da transfusão de sangue contaminado;
  • Através da mãe infectada, que pode transmitir para o filho durante a gravidez, no parto ou na amamentação;
  • Através do uso de instrumentos que podem furar ou cortar a pele que não estejam esterilizados.

Vale lembrar: É muito importante fazer o teste frequentemente e nunca fazer sexo sem proteção.

Como ocorre o desenvolvimento da doença?

O HIV evolui para Aids quando não é feito o tratamento e a imunidade do corpo diminui gradativamente. Mesmo sem que haja o aparecimento dos sintomas, o vírus continua se multiplicando e atacando as células de defesa do corpo. As medicações de combate à AIDS têm a função de impedir a evolução da doença para aids.

Uma pessoa pode estar com HIV, sendo soropositiva, e não apresentar um comprometimento do sistema imunológico, podendo viver normalmente sem manifestar sintomas ou chegar a desenvolver a AIDS.

Sintomas

Grande parte das pessoas apresentam sintomas com os de resfriado cerca de um ou dois meses depois da exposição. Essa fase primária, ou aguda, pode perdurar por algumas semanas e é bastante perigosa. Afinal, ela pode acabar não recebendo a devida atenção e a carga viral nesta fase é bem alta, de modo que o vírus começa a se espalhar facilmente. No entanto, após esse período, os sintomas podem simplesmente desaparecer por anos antes do HIV poder ser diagnosticado.

Alguns sintomas mais comuns em pessoas infectadas com o vírus a pouco tempo:

  • Febre, mal-estar e tosse;
  • Manchas vermelhas pelo corpo;
  • Aumento dos linfonodos, ou ínguas;
  • Dores de cabeça, nos músculos e articulações;
  • Problemas na pele;
  • Calafrios com dor de garganta;
  • Úlceras na boca ou na parte genital;
  • Diarreia.

Caso você apresente estes sintomas e ainda não tenha sido diagnosticado, é preciso procurar um médico o mais rápido possível e solicitar um exame.

Como são feitos os testes?

Primeiramente, saiba que existem diversos tipos de teste capazes de detectar a presença do vírus no organismo. São eles:

Testes convencionais: primeiramente é colhida uma amostra do sangue em busca de anticorpos contra o HIV. Se for encontrado algum anti-HIV no sangue, então é necessário a realização de um teste adicional.

Teste rápido: ele funciona da mesma forma que o teste convencional, no entanto, o resultado sai no mesmo dia. O tempo estimado para o resultado é de 30 minutos até 2 horas depois do exame.

Fluído oral: essa é uma nova modalidade de testagem, na qual a amostra é coletada do fluido da boca, das gengivas e da mucosa da bochecha, através de uma haste coletora. O resultado sai em 30 minutos.

Testes confirmatórios: nesse caso são feitos exames Western Blot, o Teste de Imunofluorescência indireta para o HIV-1 e o Imunoblot.

Tratamento

Primeiramente, quando é iniciado o tratamento, é preciso estar ciente de que ele não pode ser interrompido sem motivo grave e que as medicações devem ser tomadas exatamente na forma que foram prescritas. Se for feito de forma irregular, o tratamento irá falhar e fazer com que surjam vírus ainda mais resistentes.

Os medicamentos agem de diversas formas durante os ciclos de multiplicação do HIV, para que possam evitar novos vírus e a destruição das células imunológicas. Ademais, existe uma medicação para cada fase do ciclo, de modo a garantir que o tratamento seja mais eficaz. Ainda não há nenhuma medicação que seja capaz de destruir os vírus existentes.

Conheça o Truvada

Truvada é um medicamento destinado à prevenção e tratamento do HIV e da AIDS. O uso deste medicamento tem aumentado exponencialmente, pois ainda existem muitas pessoas que continuam a fazer sexo sem camisinha. Se uma pessoa fizer sexo com uma pessoa soropositivo sem usar preservativo, ela deve ir ao posto de saúde mais próximo, o mais rápido possível, para que possa conseguir o Truvada e fazer o uso do medicamento.

No entanto, não há 100% de certeza de que o Truvada irá bloquear a multiplicação desse vírus no organismo. A única forma realmente eficaz na luta contra o HIV/AIDS é com o devido uso da camisinha. O Truvada age impedindo que o vírus se multiplique pelo resto do corpo. Isso permite que a pessoa não fique de fato infectada e possa seguir sua vida normalmente, sem o risco de ter o vírus ou então passar o vírus para outras pessoas.

O Truvada contém em sua fórmula Emtricitabina e Tenofovir disoproxil, que possuem propriedades antirretrovirais. O Truvada é bastante indicado para pessoas com alto risco de contaminação, como parceiros de pessoas soropositivas, médicos, enfermeiros, dentistas, profissionais do sexo e pessoas que trocam de parceiros com bastante frequência ou então que usam drogas injetáveis.

O Truvada deve ser uma última opção, e não uma forma de prevenção. É preciso estar sempre atento.

Quais os efeitos colaterais do Truvada?

Ele pode causar:

  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Vômito;
  • Gases;
  • Diarreia;
  • Náusea;
  • Inchaço;
  • Coceira da pele;
  • Dores no estômago;
  • Urticárias;
  • Cansaço extremo;
  • Muita dificuldade de dormir;
  • Confusão mental;
  • Infarto.

Quais as contraindicações do Truvada?

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos, pessoas com alergia à emtricitabina, ao tenofovir disoproxil fumarato ou a outros componentes da sua fórmula. Já no que se refere à gestantes ou lactantes, pessoas que tenham problemas ou doenças nos rins ou fígado, hepatites crônicas de tipo B ou C, pessoas obesas, pessoas com diabetes, colesterol alto ou maiores de 65 anos, essas pessoas precisam de orientação médica.

Truvada  no SUS

Desde o mês de maio de 2017, o SUS fornece esse medicamento para as pessoas dos grupos de risco. Basta ir a um posto de saúde, fazer o cadastro e aguardar a liberação do medicamento. Entretanto, o SUS reforça que a melhor garantia contra a AIDS é sempre o uso da camisinha.

Fazer a compra desse remédio não é fácil, pois a distribuição é feita pelo SUS e, além disso, ele não é  comercializado no Brasil. Entretanto, existem farmácias online em que é possível encontrar o Truvada.

Como tomar?

A maioria dos médicos recomenda, para o caso dos adultos, uma combinação com outros medicamentos. A dosagem e o tempo de tratamento devem ser prescritas por um médico. Porém, normalmente, é indicado tomar 1 comprimido ao dia.

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🥇 Autismo – Saiba tudo sobre este transtorno 🤔

O autismo é um transtorno que se dá no desenvolvimento do sistema nervoso e prejudica a capacidade de interagir e de se comunicar, originando danos à linguagem e sociabilidade do indivíduo. Esse transtorno também recebe o nome de Transtorno do Espectro Autista (TEA), porque, como você verá adiante, existem diferentes graus e níveis de autismo, distribuídos dentro de um espectro. O autismo uma doença considerada comum, que afeta cerca de 150 mil pessoas por ano, aqui no Brasil.

O problema dessa doença envolve o preconceito que seus portadores sofrem. Os pacientes vítimas do autismo também sofrem nas mãos da sociedade, que estimula todo o tipo de discriminações devido à falta de informação. Visto que a enfermidade se manifesta desde a infância, essa questão também envolve a falta de preparo das escolas e creches. Existem diversos relatos de crianças autistas que sofrem bullying na escola por parte de seus próprios colegas. Todos nós sabemos que esse tipo de marginalização gera profundos traumas na psique de uma pessoa, muitas das vezes de forma irreversível.

Ainda não existem pesquisas conclusivas sobre qual é a causa do autismo. Alguns ponderam sobre as questões genéticas e hereditárias da doença, outros, no entanto, apontam uma disfunção no próprio sistema cerebral. Contudo, não existem conclusões precisas em nenhum dos dois lados. Isso leva a uma ignorância geral em relação a esse transtorno, o que consequentemente acaba agravando o problema do preconceito e também dificultando as pesquisas sobre os melhores métodos de tratamento e de uma eventual cura para esta doença.

Quais as características do Autismo?

Como visto anteriormente, o autismo é um transtorno que se manifesta desde o período da infância. A criança com autismo apresenta, sobretudo, dificuldade em socializar com as crianças de sua idade. No entanto, nem toda falta de sociabilidade pode ser relacionada diretamente a um quadro autista.

Muitas vezes, existe apenas uma grande timidez relacionada à personalidade da criança. É super importante procurar uma opinião médica antes que você chegue a um diagnóstico por conta própria. Os profissionais responsáveis pelo diagnóstico são os psicólogos e os psiquiatras.

Se você reconhecer alguns dos sintomas de autismo em seu filho ou filha, é importantíssimo levar a criança a um atendimento médico o quanto antes. Quanto mais cedo houver a confirmação do diagnóstico, mais chances a criança terá de levar uma vida saudável e ser um membro ativo na sociedade. Tudo isso é parte de um processo médico, que deve ser começado o mais cedo possível. Dessa forma, as chances de uma maior sociabilidade e comunicabilidade da criança serão bem maiores. Existem diversos casos que apontam para essa possibilidade. Tudo se inicia com o diagnóstico.

Quais os sintomas do autismo?

Primeiramente, é sempre muito importante se atentar aos sintomas e, caso a criança demonstre um ou mais deles, ela deve ser levada o quanto antes a um profissional da área.

Os sintomas do autismo abrangem o aspecto da comunicação e da sociabilidade da criança. Existem vários graus desse transtorno, e cada pessoa manifesta o autismo de diferentes formas. É preciso muita atenção para os seguintes comportamentos na sua criança:

  • Dificuldade em se relacionar com as outras pessoas, muitas vezes não conseguindo manter uma conversa ou o contato físico (abraços, beijos etc.);
  • Dificuldades na alfabetização, como quando a criança não consegue ler, escrever, desenhar. Em suma: quando não é capaz de se expressar de forma adequada utilizando os meios gráficos e verbais comuns;
  • Repetição de padrões de comportamento, como reorganizar brinquedos de forma constante, repetição de palavras, sons ou palmas com muita frequência;
  • Ataques de fúria, stress e raiva em situações de frustração de expectativas (por exemplo quando os brinquedos e objetos estão fora daquele padrão desejado, ou quando a criança é forçada a interagir com as outras).

Vale sempre lembrar que  é essencial saber a distinção entre esses sintomas em sua criança da mera timidez ou traços de uma personalidade mais introspectiva. Ademais, ignorar esses sintomas, ou então tratá-los com indiferença, como se fossem “frescura”, certamente irá piorar ainda mais a situação da criança e atrapalhar no tratamento.

Quais os graus de Autismo?

Existem três graus diferentes do autismo, sendo eles:

O primeiro nível, que é o menos grave, no qual a criança pode apresentar algumas dificuldades para interagir socialmente, no entanto sem prejuízo de comunicação, cuja funcionalidade irá depender da relação que a criança tem com a pessoa que está interagindo. Alguns outros traços de comportamento incluem inflexibilidade, dificuldades para estudar, dificuldade de planejamento e desorganização geral.

O segundo nível já traz alguns sintomas mais graves. A criança com autismo desse grau apresenta mais dificuldades para interagir socialmente, e não consegue interagir mesmo quando recebe apoio. Seu comportamento é ainda mais inflexível. As crianças com autismo nesse grau não lidam bem com mudanças que vão contra seus sistemas de organização pessoal. Além disso, costumam apresentar repetições mais frequente em seus comportamentos.

Já o terceiro grau é o mais grave desse espectro. Nesse grau de autismo, a criança tem sua comunicabilidade totalmente prejudicada. Essas crianças vivem de forma isolada das outras, abominam contato físico e tem um comportamento extremamente repetitivo.

Como é feito o tratamento do autismo?

Primeiramente, tudo de inicia pelo respeito à condição da criança. O tratamento não progredirá se for feito baseado em preconceito e ignorância. É fundamental respeitar a maneira de ver as coisas de seu filho ou filha autista. Caso ele/ela evite contato físico, é melhor não insistir, pois isso poderá agravar ainda mais a interatividade social da criança. Procure aceitar as orientações médicas de coração aberto, acompanhando sempre o tratamento de perto e colocando em prática tudo o que o profissional de saúde solicitar, de modo a criar um vínculo saudável com a criança. Dessa forma a criança também irá criar um vínculo saudável com a sociedade.

Antes de mais nada, é preciso entender que o autismo se manifesta de maneiras diferentes em cada indivíduo. Cada criança autista, portanto, tem um jeito de interagir e de se comunicar com as pessoas e o mundo ao seu redor. É muito importante que os pais se empenhem para entender esse comportamento em sua criança, para que possam ter uma boa relação com ela.

É muito importante destacar a seguinte informação: autismo não tem cura. O tratamento, no entanto, visa atacar os principais sintomas dessa doença e diminuí-los na medida do possível. A intervenção médica é principalmente psicológica, valendo-se cada vez menos de remédios à medida que o tratamento for progredindo. Outro ponto que é bem importante frisar é que os pais também devem fazer acompanhamento psicológico, tanto quanto a criança. Para que possam aprender a lidar com a situação da forma mais apropriada.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

 

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🥇 Labirintite – O que é? Sintomas e Tratamento – Saiba TUDO aqui! 🤔

Olá meninas! O assunto de hoje é labirintite. Se você não sabe o que é, ou então sabe quer aprender ainda mais, é só ler esse artigo até o final. Vem comigo!

O que é labirintite?

A labirintite é um distúrbio que se caracteriza por uma inflamação na parte interna do ouvido, onde afeta os nervos que fazem a ligação dessa estrutura com o cérebro. Devido a essa proximidade com o cérebro, que é o órgão mais essencial do corpo humano, a labirintite é considerada um distúrbio bem séria e que afeta grande parte da população.

Além de prejudicar a audição, esse distúrbio também provoca episódios de vertigem e tontura. A explicação disso se deve ao fato de que a labirintite atinge a estrutura do vestíbulo, que é um conjunto de órgãos internos do ouvido, responsável por detectar movimentos corporais. Por esse motivo, uma vez que essa estrutura se compromete, ocorre o desequilíbrio corporal.

Essa estrutura também é muito conhecida como labirinto, daí a origem do nome desse distúrbio. O labirinto transmite informações ao cérebro acerca da posição do corpo por meio do movimento do líquido que está presente no interior dessa estrutura óssea.

O diagnóstico desse distúrbio é bastante problemático, pois os sintomas corriqueiros da labirintite não se limitam apenas a ela, podendo demonstrar outros quadros clínicos. Em grande parte dos casos, no entanto, a labirintite desaparece do mesmo jeito que apareceu: de uma hora para outra. O organismo se cura da inflamação e, com isso, a labirintite vai embora.

Se os sintomas persistirem por longos períodos de tempo, no entanto, um médico deverá ser consultado. Alguns medicamentos ajudam a controlar os sintomas mais sérios. Nos casos mais graves de labirintite, pode ser necessário realizar uma terapia de reabilitação vestibular. A função dessa terapia é fazer com que o equilíbrio e a saúde auditiva melhorem.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Qual a causa da labirintite?

A labirintite, como o próprio nome indica, é originada por uma inflamação na estrutura do labirinto. Essa inflamação se deve a uma infecção, em geral resultante de um resfriado ou uma gripe. Devido a isso, costuma-se que não existe nenhum fator hereditário relacionado à labirintite.

Contudo, a labirintite pode, de fato, ter uma conexão com fatores genéticos, mas somente em casos de extrema gravidade. Alguns exemplos são: o contato direto com componentes químicos fortes ou radioativos, distúrbios raros e outras ocorrências também improváveis.

Vale ressaltar que não existe uma causa única para a labirintite. A medicina, no entanto, relaciona a ocorrência da labirintite com diversos fatores de risco, geralmente relacionados a hábitos de vida comuns do ser humano.

A inflamação pode ser contraída devido à ação de organismos estranhos, como os vírus ou bactérias. Ou, ainda, ser causada por fatores emocionais e psicológicos, comumente relacionados a picos de stress e ansiedade.

Os principais fatores de risco para desenvolver labirintite incluem:

  • Consumo excessivo de substâncias como álcool, tabaco, café e determinados medicamentos;
  • Hábitos alimentares inadequados;
  • Altos níveis de ácido úrico, colesterol ou triglicérides;
  • Hipertensão;
  • Diabetes;
  • Idade avançada.

Como resultado disso, um dos principais meios de prevenir a labirintite é ter uma dieta saudável e balanceada. Aliás, manter uma dieta equilibrada  ajuda tanto na prevenção quanto no tratamento dessa condição. Uma dica muito valiosa é evitar o consumo em excesso de bebidas alcoólicas, doces, frituras gordurosas e carboidratos.

Quais os sintomas da Labirintite?

O sintoma mais conhecido desse distúrbio é a sensação de vertigem, que ocorre de uma hora para outra. No entanto, caso o quadro se agrave, existem outros sintomas que podem se manifestar.

Entre esses sintomas mais graves, podem ocorrer:

  • Enjoos;
  • Vômitos;
  • Sudorese excessiva;
  • Sensação constante de desequilíbrio;
  • Zumbido;
  • Audição prejudicada e sensivelmente diminuída;
  • Complicações no sistema gastrointestinal;
  • Queda de cabelo;
  • Perda da audição (apenas nos casos gravíssimos).

Como é feito o tratamento da Labirintite?

Primeiramente, antes de iniciar o tratamento propriamente dito, é necessário ter um diagnóstico médico confiável de que você apresenta esse distúrbio.

Como já frisei anteriormente, vale relembrar que os sintomas característicos da labirintite não são exclusivo dela, podendo sinalizar outra enfermidade. Por isso, caso haja de suspeita de labirintite, procure sempre uma segunda opinião médica, além da realização de uma bateria de exames, para confirmar, de fato, o diagnóstico.

Isso é bem importante porque, geralmente, os medicamentos para tratar a labirintite tem fortes ações no organismo. Os efeitos colaterais dos medicamentos podem provocar ainda mais complicações, além dos sintomas inicialmente sentidos, como excesso de tremor nas mãos.

Portanto, o tratamento desse distúrbio só pode ser realizado com a medicação prescrita por um profissional de saúde, depois de uma avaliação criteriosa.

Quando ocorre o influxo de bactérias, é comum o médico prescrever o uso de antibióticos, que devem sempre ser ministrados com muita cautela. No caso de uma infecção viral, eles costumam ser destruídos de forma autônoma e sem necessidade de interferência, sendo necessários apenas remédios para controlarem os sintomas.

De modo geral, o corpo tende a resolver a labirintite natural e autonomamente. Portanto, o procedimento comum do médico é acompanhar o caso do seu paciente, tratando os sintomas e também aguardando a resposta do organismo.

Quando o organismo não reage de forma espontânea, o médico recorre à prescrição de alguns medicamentos mais fortes, como corticoides, anti-histamínicos, além de uma série de sedativos. Vale ressaltar que esses remédios possuem diversos efeitos colaterais e só podem ser tomados de forma estritamente controlada por um profissional da área.

O que fazer em casos de crise de labirintite?

Primeiramente, é fundamental que o paciente procure manter a calma e a serenidade durante as crises. Evite agitar o corpo de forma abrupta, pois isso poderá piorar a crise. Em seguida, procure se apoiar em algum encosto (pode ser uma cadeira, um sofá etc.) e aguarde até que haja o desaparecimento dos sintomas.

Se você não tiver como se sentar, procure fixar o olhar em um ponto específico. Essa técnica geralmente ajuda a recobrar um pouco do seu equilíbrio. Não hesite e busque ajuda para que você possa encontrar um local calmo até que os sintomas desapareçam.

Como já mencionei, a labirintite é um distúrbio que pode ter graves e duradouros sintomas a longo prazo, caso não seja tratada de forma adequada.

A medicação deve sempre ser adequada para a gravidade do caso, conforme ocorre a recuperação ou não do corpo de forma independente. Não use remédios por conta, pois o risco de uma surdez é muito grande!Procure sempre um médico para que possa ter o diagnóstico, bem como a prescrição correta.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Psoríase – O que é, Causas e Tratamentos 🤔

Primeiramente, a psoríase é uma doença que atinge diretamente o sistema imunológico do organismo. Seu principal sintoma é o surgimento de uma irritação na pele com a formação de escamas e também manchas secas. Ela pode se espalhar por todo o corpo e afetar até mesmo unhas e articulações.

Essas lesões tendem a afetar especialmente a raiz dos cabelos, os cotovelos e os joelhos, formando cascas esbranquiçadas. É uma patologia crônica, que pode ser causada por uma série de fatores. Entretanto, acredita-se, atualmente, que ela tenha algo em comum com um fator genético.

No entanto, existem outros fatores que podem desencadear o aparecimento da psoríase. Eles incluem stress, infecções e baixas temperaturas. Aliás, durante períodos como o inverno, as manchas características podem ressurgir, após um período em latência. O stress é tido como um dos principais fatores agravantes dessa doença, bem com o consumo exagerado de bebidas alcoólicas.

Existe, ainda, outro agravante, que se dá quando o paciente coça ou até mesmo arranca as casquinhas da pele lesionada. Isso pode aumentar ainda mais o tamanho da lesão. A psoríase é uma doença bastante comum, tendo registrado mais de 2 milhões de casos ao ano, no Brasil.

Entretanto, algo que deve ser destacado em relação à psoríase é que ela não é uma doença contagiosa, diferentemente do que muitas pessoas acreditam.  Devido à aparência escamosa e esbranquiçada das manchas provocadas pela doença, algumas pessoas no passado acabavam sofrendo o estigma de “leprosos”. Era como se a psoríase fosse transmitida pelo toque ou até mesmo pelo ar.

Felizmente, nos dias atuais já se sabe muito sobre essa doença, e as pessoas se conscientizaram mais.

As lesões que a psoríase provoca tem um aspecto avermelhado e a pele descama bastante no local. Isso se deve ao acúmulo de células cutâneas, o que resulta na  formação de escamas. As manchas avermelhadas também provocam coceira, o que acaba intensificando o quadro do paciente.

Características da Psoríase

Primeiramente, é muito importante repetir que a psoríase não é uma doença contagiosa. Caso você conviva com alguma pessoa que sofre dessa doença, saiba que é cientificamente impossível contraí-la através de contato físico. De todos os tipos de psoríase, nenhuma delas é transmissível.

Em segundo lugar, a psoríase é caracterizada como uma doença crônica, portanto não tem cura. Apesar de diversos estudos recentes mostrarem a importância de um componente genético como causa dessa doença, e também esclarecer acerca dos gatilhos como o stress e o frio, a causa da psoríase não é totalmente conhecida, o que dificulta ainda mais a busca de uma cura.

No entanto, existem formas de combater os sintomas dessa doença, por meio de certos métodos de tratamento, como você verá adiante. Em suma, a psoríase é uma doença que não tem cura, mas que pode ser devidamente controlada.

Aliás, ainda que a doença afete o sistema imunológico, ela não chega a ser classificada como uma doença autoimune. De acordo com os médicos, os medicamentos mais eficazes no tratamento dessa doença são os modificadores de resposta biológica.

Os métodos mais aconselhados no tratamento são: hidratação da pele e também exposição ao sol. Somente essas duas medidas já ajudam a manter essa doença sob controle.

Quais são os tipos de Psoríase?

Como já mencionei, a psoríase apresenta algumas variações, sendo que nenhuma dessas variações é contagiosa. Os tipos mais conhecidos de psoríase incluem:

  1. Psoríase do couro cabeludo: esse é um dos tipos mais comuns de psoríase. Ele afeta grande parte da população com essa doença doença. É caracterizada por lesões na raiz dos cabelos e varia de casos leves até os mais graves;
  2. Psoríase gutata: esse é o tipo de psoríase mais frequente nas crianças e adolescentes. Na psoríase gutata pequenas manchas vermelhas se espalham  pelo corpo e podem se agravar, tornando-se placas escamosas;
  3. Psoríase em placas: esta é a variedade mais comum da psoríase. Ela é caracterizada pelo aparecimento de placas avermelhadas e com descamação em locais como as articulações (joelhos e cotovelos), as costas e o couro cabeludo;
  4. Psoríase inversa: esse é o tipo mais raro dessa doença. Ele também provoca manchas avermelhadas, no entanto, elas apresentam aspecto liso e brilhoso. Geralmente são localizadas nas dobras do corpo, como a virilha, na parte inferior dos seios e também nas axilas;
  5. Psoríase eritrodérmica: esse é o estágio mais avançado da psoríase. Além disso, é bem mais raro de ocorrer. Nesse estágio o corpo fica praticamente todo coberto pelas lesões.
  6. Artrite psoriásica: essa é a combinação da psoríase com artrite. Ela atinge cerca de 30% dos pacientes de psoríase e é acompanhada de inchaço, inflamação e dores nas articulações.

Ao observar esses principais tipos de psoríase, é possível perceber que nenhum deles tem caráter contagioso. Sei que talvez isso seja repetitivo, mas é super importante frisar esse ponto, para que, dessa forma, possamos combater o preconceito para com as pessoas que sofrem dessa doença.

Como é feito o tratamento da Psoríase?

Ainda que não tenha uma cura definitiva, existe uma série de medidas que podem ser tomadas para que a pessoa possa aliviar os sintomas da psoríase. Os dois principais pontos do tratamento da psoríase são medidas bem simples para controlar a doença: hidratação da pele e exposição ao sol.

Todos os tratamentos de psoríase começam com o uso de hidratantes, que devem ser aplicados na pele diretamente nos locais afetados pelas lesões. A exposição solar também faz muito bem, mas sempre usando filtro solar e, de preferência, nos horários em que os raios UV não estiverem fortes.

É de suma importância que as pessoas cuidem atentamente da pele. Caso você note o aparecimento de algo diferente na sua pele, como o surgimento de lesões, manchas, pintas ou verrugas, é super importante consultar um dermatologista o mais rápido possível.

No pior cenário imaginável, o diagnóstico adiantado dessa doença vai ser de fundamental ajuda no tratamento, podendo conter os sintomas de antemão e até mesmo prevenindo o surgimento das lesões.

Seja como for, a psoríase deve ser vista como uma doença normal, ainda que não tenha cura. Como já frisei em diversos pontos do artigo, não se trata de uma doença contagiosa, portanto, não há motivo para pânico. Milhares de pessoas convivem normalmente com a psoríase, sendo necessário apenas o cuidado com a hidratação da pele e a exposição ao sol.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Benzetacil – Saiba tudo sobre este medicamento 🤔

Olá meninas! Hoje o assunto é benzetacil. Tenho certeza que se você nunca teve que tomar, já ouviu falar sobre, não é? Pois bem, se você quer saber tudo sobre o assunto, é só ficar comigo até o final desse artigo.

O que é Benzetacil?

Benzetacil nada mais é do que um medicamento injetável que muitas pessoas já ouviram falar, mas poucas sabem do que realmente se trata. “Benzetacil” é o nome comercial usado para a veiculação de uma substância conhecida pelos especialistas como benzilpenicilina benzatina.

Como o próprio nome sugere, é um tipo de penicilina. Ou seja, é um antibiótico, aliás muito forte, diga-se de passagem, que é utilizado tanto para o tratamento de infecções e doenças causados por organismos como bactérias.

O uso desse medicamento não é dos mais confortáveis.

Por ter uma concentração muito grande da substância mencionada, o medicamento é bastante denso e tem um aspecto pastoso.

Isso sem falar que o benzetacil é um medicamento aplicado de forma intramuscular. Sendo assim, seu aspecto pastoso acaba dificultando a entrada do medicamento na corrente sanguínea. Devido esses fatores, a injeção desse medicamento provoca um grande desconforto que pode durar desde algumas horas até dias inteiros.

Existe ainda a questão do local em que esse medicamento deve ser injetado: nos glúteos ou então na região lateral da coxa (no caso de bebês de até 2 anos de idade), pois é o local mais flácido do corpo, que apresenta mais gordura e menor concentração de músculos.

O que torna o processo ainda mais difícil não é somente a aplicação do medicamento, que já é dolorosa devido à sua alta concentração de penicilina, mas também o fato de que, na hora da injeção, o paciente não pode forma alguma contrair os glúteos. Caso contrário, isso pode fazer com que a agulha se quebre e provoque uma dor ainda maior, além de fazer com que a aplicação da injeção tenha que ser repetida.

É por todos esses motivos que a aplicação da benzetacil só deve ser feita por profissionais devidamente orientados: de forma lenta e contínua, evitando dessa forma o entupimento da agulha e também procurando reduzir ao máximo a dor que o paciente irá sentir, de preferência variando o local de aplicação, caso seja necessário.

É um procedimento realmente delicado e que pode até mesmo provocar maiores danos ao corpo, caso seja feito por um profissional despreparado.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Para que serve o Benzetacil?

Ainda que seja bastante dolorido esse processo,  o benzetacil é um medicamento bastante eficiente contra diversos tipos de infecções bacterianas, como:

  • Amigdalite;
  • Faringite;
  • Laringite;
  • Doenças renais e reumáticas;
  • Infecções no aparelho respiratório;
  • Sífilis, entre outras.

Devido à sua alta eficiência, o benzetacil é apenas utilizados em casos realmente graves, nos quais a infecção já atingiu um estágio avançado e corre o risco de contaminar as outras partes saudáveis do corpo.

Além de totalmente eficiente no combate a esse tipo de infecção no corpo, o benzetacil também é muito utilizado devido à sua rápida ação no organismo. Sua ação é quase que imediata, dificilmente levando mais do que 48 horas para eliminar a infecção.

Em algumas horas, por exemplo, a ação do benzetacil já faz uma diferença considerável no combate à enfermidades de grau leve a médio, como a amigdalite. No caso de infecções mais graves, como no caso da sífilis (que não tem cura), é possível alcançar um alívio considerável nos sintomas e até mesmo reduzir o avanço dessa doença.

O que diz a Bula?

Por ser um medicamento extremamente forte e potente, a dosagem bem como a aplicação do benzetacil só podem ser feitas em locais médicos controlados. O uso desse medicamento se dá apenas em casos mais graves, e geralmente é o próprio médico quem aplica o remédio no consultório, ou então no pronto atendimento, dependendo do caso.

O benzetacil, vale ressaltar, é um antibiótico, portanto sua prescrição só pode ser feita mediante avaliação médica. A comercialização de antibióticos é estritamente controlada no Brasil, e só pode ser realizada com a retenção de uma via da receita pelo profissional.

A bula do benzetacil aponta a concentração do componente benzilpenicilina benzatina no medicamento, a posologia conforme o consenso médico e, ainda, os principais efeitos colaterais do seu uso.

Entretanto, a posologia específica é somente o médico quem pode determinar, seguindo as particulares de cada caso.

É de suma importância não arriscar e se automedicar com benzetacil.

Não apenas pela potência do medicamento, mas também pela dificuldade e os demais riscos durante a aplicação.

Além disso, vale ressaltar que o uso de benzetacil é restrito aos casos de maior gravidade, nos quais a infecção já se espalhou consideravelmente e precisa ser combatida o mais rápido possível. Na maioria dos casos, entretanto, o tratamento pode ser feito com antibióticos mais fracos, sem a necessidade do benzetacil.

Vale lembrar também que existem algumas contraindicações para o uso do medicamento. A principal delas é que pacientes que apresentem alergia a penicilina não devem usar o benzetacil. A pessoa sempre deve verificar se não tem alergia a nenhum dos componentes da benzetacil. Eles incluem citrato de sódio, povidona, edetato dissódico, propilparabeno, metilparabeno, metabissulfito de sódio e água para injetáveis.

O uso desse medicamento também não é indicado a mulheres grávidas ou lactantes, a não ser em casos de extrema gravidade. Por fim, o benzetacil não deve ser misturado com o consumo de bebidas alcoólicas. Isso irá aumentar o efeito do álcool no fígado, podendo causar sérios danos ao órgão.

Quais os efeitos colaterais?

Quando se discute os efeitos colaterais do benzetacil, o principal deles é a dor. Sim, o uso desse medicamento provoca dores intensas, principalmente no momento da aplicação. Entretanto, essa dor vai além do momento da injeção e costuma perdurar por longos períodos, que vão até em média 24 horas após a aplicação.

Entretanto, existem ainda alguns outros possíveis efeitos colaterais , listados na bula. Não é incomum que a pessoa apresente certos efeitos colaterais negativos depois da aplicação. É possível apresentar náusea, enjoo, diarreia, enxaqueca, vômito e algumas outras complicações no sistema gastrointestinal.

Além disso, também é possível a manifestação de outros sintomas como herpes e candidíase e retenção de líquidos. Existem ainda as reações cutâneas como coceiras, erupções na pele, urticária, vermelhidão, queda da pressão arterial e até laringite.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais

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🥇 Candidíase – Sintomas, Tratamentos e mais! Saiba tudo AQUI 🤔

A candidíase é uma infecção bastante comum. Sua causa está no grande crescimento do fungo Candida que, normalmente, aparece quando o sistema imunológico está fragilizado, ou então quando a pessoa está usando algum tipo de antibiótico.

Esse fungo está presente em todo organismo humano, no entanto, o sistema imunológico é capaz de evitar a sua proliferação excessiva. Entretanto, se o corpo estiver fraco ou sofrendo alterações hormonais, os fungos conseguem se reproduzir rapidamente.

A candidíase pode se manifestar por diversos motivos, e surge tanto nos homens quanto nas mulheres. Primeiramente, é preciso frisar que ela tem cura. Seu tratamento é feito com o uso de pomadas ou remédios que eliminam os fungos responsáveis pela doença, aliviando dessa forma os sintomas.

Além das regiões íntimas, a candidíase pode se manifestar na pele, na boca, na garganta, nas unhas, no sangue ou até mesmo nos intestinos.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Quais são os tipos de candidíase?

Candidíase vaginal

Essa é a mais comum e se manifesta em mulheres que estejam com o sistema imunológico mais fraco ou então com a flora vaginal desequilibrada.

Candidíase peniana

Esse é um tipo menos comum do que a candidíase vaginal. Na maioria dos casos, o fungo se reproduz quando o organismo está mais vulnerável.

Candidíase de pele

Esse tipo de candidíase pode aparecer devido ao atrito entre as peles. Ela causa pequenas lesões, que geralmente se manifestam em um local propício para o desenvolvimento de bactérias e fungos.

Candidíase de esôfago

Esse é o tipo mais raro de candidíase e acontece com predominância nos pacientes que apresentam baixa imunidade. É mais comum que surja em idosos e, em contrapartida, raramente se manifesta em crianças.

Candidíase oral

A candidíase oral pode ocorrer com crianças, idosos, diabéticos, adultos que fazem sexo sem o uso de camisinha e também pacientes que estejam passando por tratamentos que fragilizam o sistema imunológico.

Candidíase na gravidez

As mulheres grávidas acabam passando por mudanças nas partes íntimas. Essas mudanças aumentam a produção de lactobacilos e o PH vaginal se torna mais ácido. Essa acidez favorece o surgimento da candidíase.

Candidíase invasiva

Esse caso ocorre com pessoas que tenham um sistema imunológico enfraquecido.Pode se manifestar, inclusive, em recém-nascidos abaixo do peso e  geralmente se trata de uma infecção hospitalar.

Na candidíase invasiva, o fungo da candidíase acaba agindo na corrente sanguínea e pode afetar os órgãos. Se isso ocorrer, causa complicações graves e pode até mesmo evoluir para uma candidemia, que pode levar ao óbito.

Vale ressaltar inclusive, que mulheres e homens que nunca fizeram sexo também podem ter candidíase.

Quais os sintomas da candidíase?

Sintomas principais: Primeiramente, muita coceira na área genital, o surgimento de vermelhidão e inchaço na genitália, placas brancas na região vaginal ou na cabeça do pênis, corrimento branco que lembra leite talhado, dor ou queimação na hora de urinar e também durante o sexo.

Candidíase vaginal: Coceira excessiva na área vaginal; dor e surgimento de vermelhidão na área vaginal, corrimento vaginal branco parecido com leite talhado, dor durante o sexo.

Candidíase peniana: Coceira, ardência e inchaço na ponta do pênis,sexo doloroso, ardência ao urinar, feridas na pele do pênis, corrimento branco parecido com leite talhado,cheiro forte na região íntima.

Candidíase oral: Vermelhidão, ardência e desconforto dentro da bocador e dificuldade para engolir, surgimento de manchas brancas dentro da boca e na línguarachaduras no canto da boca.

Candidíase de esôfago: Dor ao engolir, dores no peito, náuseas e vômito, dores abdominais, perda de apetite.

Candidíase na pele: Surgimento de vermelhidão na parte das dobras, pele escurecida na pele da região, com erosões e crostas, descamação da pele, coceira e queimação nas dobras, surgimento de líquidos nas lesões.

Candidíase invasiva: Febre, urina turva, dores de cabeça, vômitos, inflamação nas articulações.

Quais as causas da Candidíase?

Geralmente, o contágio da candidíase se dá nas relações sexuais feitas sem proteção, com uma pessoa contaminada. No entanto, existem outros fatores que podem facilitar esse contágio:

  • Tomar antibióticos, anticoncepcionais e corticoides frequentemente;
  • Possuir doenças como diabetes, HIV, HPV e lúpus, pois elas tornam o sistema imunológico enfraquecido;
  • Usar com frequência roupas apertadas ou molhadas;
  • Andar descalço ou compartilhar luvas;
  • Lavar a região íntima mais de 2 vezes ao dia;
  • Usar o mesmo absorvente por mais de 3 horas seguidas.

Como é feito o diagnóstico da Candidíase?

Os sintomas são bastante fáceis de identificar, entretanto, acabam se assemelhando a outros problemas genitais, como a vaginite, a herpes ou então a gonorreia.

Para que a pessoa possa confirmar o diagnóstico, é de suma importância consultar um médico especializado. Ginecologista, no caso das mulheres ou urologista, no caso dos homens. Além do diagnóstico, o médico também pode avaliar se existe alguma causa e indicar o tratamento que seja mais adequado para solucionar o problema.

Como é feito o tratamento de candidíase genital?

Primeiramente, saiba que a candidíase genital pode afetar homens e mulheres, e o tratamento para ambos é feito com pomadas antifúngicas.

Pomada para a mulher

As pomadas usadas para candidíase nas mulheres são as que tem como base o miconazol e o terconazol. No entanto, podem também ser utilizadas pomadas com antifúngicos semelhantes aos dessas substâncias.

Primeiramente, a área íntima precisa ser bem higienizada e as mãos precisam ser lavadas com água e sabonete neutro. Depois, basta aplicar a pomada dentro da vagina. Aliás, algumas pomadas já vem com um aplicador. É só cortar a ponta, inserir na vagina, apertar e tirar a mão com o aplicador. Caso não venha com aplicador, é necessário introduzir a pomada com um aplicador próprio que deve ser comprado na farmácia.

A aplicação pode ser feita com a mulher deitada com as pernas dobradas, sentada ou até mesmo em pé, com as pernas bem abertas. A pomada deve ser aplicada o mais fundo possível no canal vaginal.

Ademais, também, existem pomadas para aplicar na vulva e na região externa. O médico é que poderá indicar qual é a melhor pomada dependendo de cada caso.

Pomada para o homem

No caso dos homens,entretanto, o mais comum é a prescrição de cetoconazol ou de clotrimazol. Essas pomadas são aplicadas no corpo e cabeça do pênis, dando maior atenção para as áreas que estejam mais afetadas. Sempre higienizando, igualmente, as mãos e o pênis antes da aplicação.

No caso de homens que possuem uma parceira ou parceiro fixo e não usam camisinha, o médico, geralmente, indica o uso do cetoconazol como um lubrificante. Dessa forma, toda vez que for fazer sexo, basta passar um pouco da pomada no pênis para facilitar a penetração, sem causar lesões.

Eventualmente, o tratamento com pomada em homens e em mulheres, é feito junto com o medicamento via oral. O mais utilizado deles é o fluconazol.

Receita médica

Aliás, algumas pomadas não necessitam de receita médica para serem compradas. Basta solicitar na farmácia.

Atente-se aos alimentos que ajudam na proliferação do fungo da candidíase:

  • Álcool;
  • Tomates;
  • Pães e Carboidratos;
  • Uva-passa;
  • Leite;
  • queijos;
  • Açúcar.

É muito importante estar ciente e evitar o consumo desses alimentos caso esteja com essa infecção. Dessa forma você evita que ela se espalhe ainda mais e ajuda em seu controle.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 O que é Artrose? Como tratar? Saiba tudo AQUI! 🤔

Olá meninas! O assunto de hoje é artrose. Você sabe o que é? Então fica comigo até o final para saber tudo sobre essa doença.

Primeiramente, a artrose é uma doença relativamente comum. Ela atinge cerca de 2 milhões de pessoas por ano aqui no Brasil.

A artrose também é chamada de osteoartrite, e é causada pelo desgaste nas articulações do corpo. Esse quadro causa muita dor e até mesmo dificuldade para andar normalmente. As articulações ligam um osso a outro, e são compostas por cartilagem.

A cartilagem, por sua vez, ajuda o osso a se movimentar junto com os ligamentos, a membrana sinovial e também o líquido presente nele. Ela evita que o osso entre em contato direto com o músculo.

 

Quais as causas da Artrose?

O desgaste dessa cartilagem que está presente nas articulações e nos ligamentos que a envolvem é o verdadeiro causador da artrose. No seu estágio inicial, a doença não apresenta muitos sintomas. No entanto, à medida que o desgaste vai piorando, surgem as dores e o desconforto.

O fator da hereditariedade também conta muito nesse caso. Se alguém apresenta a doença, é bem provável que seus descendentes também desenvolvam-na.

A obesidade, por sua vez, causa um desgaste maior nas articulações de todo o corpo. Como consequência do sobrepeso, as articulações sofrem maior pressão e a cartilagem não consegue aguentar por muito tempo.

Os hormônios também afetam. Mulheres durante a menopausa tendem a desenvolver essa doença. Isso se deve à falta de cálcio, que enfraquece os ossos.

A questão da idade acaba influenciando. O envelhecimento natural pelo qual o corpo passa pode aumentar ainda mais o desgaste já sentido. Isso acaba agravando as dores e ocasiona o inchaço no local.

Além disso, cirurgias nas estruturas articulares,  ou então anormalidades congênitas, gota, artrite, reumatismo e diabetes pioram o quadro de artrose.

A má formação de ossos, articulações ou cartilagens, bem como lesões nessa área vindas da prática de esportes intensos, ou acidentes influenciam diretamente.

Profissões que demandam movimentos repetitivos, intensos e que fazem com que a pessoa fique em pé por muito tempo, como professores, cabeleireiros, pedreiros, atletas, entre outras.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Quais os sintomas da Artrose?

  • Dor que se agrava quando a pessoa faz movimentos comuns na região das articulações. No estágio inicial da artrose, o corpo não manifesta nenhum inchaço ou vermelhidão na área. Isso acaba atrasando o diagnóstico do desgaste sofrido.
  • Articulações endurecidas: quando a pessoa permanece parada por muito tempo durante o dia. Vale lembrar que é importante um meio termo. Nem a falta, nem o excesso de exercícios.
  • Barulhos: assim que o desgaste vai aumentando, a pessoa passa a ouvir pequenos estalos nas articulações, devido à falta de cartilagem. Aliás, isso geralmente ocorre quando a pessoa se levanta, abaixa ou anda.
  • Fraqueza manifestada nos membros superiores ou então inferiores do corpo, bem como fraturas, traumas, pancadas e outros incidentes.

Existe algum tratamento definitivo?

Infelizmente não.  No entanto, existem alguns tratamentos contínuos que previnem a dor intensa. Um ótimo exemplo são os exercícios feitos com moderação e a fisioterapia.

Injeções de cortisona e soluções lubrificantes, como o ácido hialurônico vem se mostrando eficientes contra as dores e incômodos causados pelo desgaste nas articulações. No entanto, somente um profissional qualificado pode avaliar e prescrever essas medicações.

Aliás, danos nas cartilagens das articulações, causados pelas calcificações ou osteófitos (chamados de bico de papagaio), na coluna, acabam piorando a artrose nesses locais.

O ortopedista é o profissional ideal para diagnosticar a artrose. Aliado a ele, o fisioterapeuta poderá indicar exercícios para melhorar a dor e permitir que o paciente conviva com ela de forma normal.

Ademais, não deixe de mencionar na sua consulta os fatores hereditários de artrose e os problemas de saúde que você tem ou teve. Além do uso de medicamentos controlados (se você fizer) e qualquer outra informação que você julgue importante e que deve ser compartilhada com o médico.

Os exames necessário para o diagnóstico da artrose incluem radiografia com contraste, ressonância magnética, hemogramas completos (exames de sangue), e também exames físicos. Além disso, a retirada do líquido da articulação para análise também pode ser solicitada pelo médico. Dessa forma pode ser determinada a existência ou não de inflamações e infecções.

Se você tiver uma dor leve ou moderada, os analgésicos comuns podem resolver. Entretanto, vale lembrar que eles não removem a inflamação das articulações. É necessário usar anti-inflamatórios sem esteroides, para que se possa reduzir a inflamação e acabar com a dor.

Alguns anti-inflamatórios podem provocar dores no estômago, zumbido nos ouvidos, problemas de coração, no fígado ou nos rins, além de náuseas, constipação e sonolência extrema.

As pessoas que possuem alergia a qualquer composto desses medicamentos, precisam ter o cuidado redobrado em relação às dosagens. Em alguns casos de artrose, as pessoas recorrem a uma cirurgia de realinhamento dos ossos e das articulações.

Nesse caso, são inseridas próteses de articulações de plástico ou de metal. Entretanto, a longo prazo, pode ser necessária a realização de nova cirurgia. Afinal, o desgaste pode continuar acontecendo com o passar dos anos e também da idade.

Pessoas com artrose devem sempre se movimentar com bastante cuidado, além de fazer atividades leves, alongar-se com frequência e controlar o peso. É importante deixar os detalhes mais fáceis e evitar dores. Um bom exemplo é substituir as maçanetas das portas, para evitar a dor de girá-las.

Além disso, é muito importante não carregar objetos pesados, usar facas, escovas de dente e de cabelo elétricas. Procure inserir barras de ferro nas paredes do banheiro, além de tomar cuidado com os tapetes em casa (devido ao risco de queda), e não ficar na mesma posição por muito tempo.

Primeiramente, siga com o tratamento e os medicamentos que o médico recomendou de forma contínua, assim como as consultas e os exames periódicos, para que você possa fazer o acompanhamento da doença.

Quem possui artrose, ou então convive diariamente com algum familiar que a tem, deve ter muita paciência, carinho e a compreensão da limitação ocasionada por ela. Pois assim evita-se conflitos desnecessários e aquela sensação de impotência ou então de que a pessoa é incapaz realizar qualquer atividade.

Aliás, o fator psicológico é muito importante.  Não só para os pacientes com artrose, mas como em qualquer outro caso de enfermidade. Todos nós temos nossas limitações, e tratar mal uma pessoa, ou com indiferença não vai ajudar a resolver o problema.

Faça com que a pessoa esteja cercada das pessoas que ela ama. Praticando atividades leves, mas que sejam prazerosas. Se informe sobre os medicamentos e os tratamentos que possam melhorar a condição de vida da pessoa.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Exercícios que Queimam Mais Calorias? [LEIA AQUI] 🤔

Você está lutando contra a balança e percebe que os exercícios que tem feito não tem te ajudado a perder tanto peso assim quanto queria? Você sabia que alguns exercícios queimam mais calorias do que outros?

Hoje a gente vai te mostrar justamente isso: como você pode queimar mais calorias com os exercícios corretos! Principalmente porque a ideia deste site é realmente te ajudar a encontrar produtos e técnicas que te ajudem no que precisa.

Portanto, se você está aqui hoje para descobrir se tem feito os exercícios que queimam mais, leia este artigo até o final e garanta o resultado absoluto na academia ou em casa!

Obesidade e Estilo de Vida

O mundo nunca foi tão gordo. E não sou eu quem diz, mas de acordo com o que diz a pesquisa realizada por um grupo internacional de centenas de pesquisadores reunidos na Colaboração de Fatores de Risco de Doenças Não-Comunicáveis (NCD RisCÉ).

Pelo que podemos observar atualmente, o mundo tem mais pessoas obesas do que abaixo da linha de nutrição. Ao todo mais de 641 milhões de pessoas tem um IMC maior que 30.

Portanto é cada vez mais comum encontrar pessoas investindo tempo e dinheiro em cuidados com a saúde física.

A alimentação passou a ser vista com mais atenção. Enquanto que a inclusão de exercícios físicos é um desafio enfrentado diariamente por milhares de homens e mulheres.

As academias e centros estéticos estão sempre inventando algum tipo novo de exercícios e também novos tratamentos de estética para surpreender as pessoas.

E um dos vilões dessa história é o nosso estilo de vida sedentário que impede que tenhamos uma vida mais saudável. Da mesma forma, impede a gente de cuidar melhor do nosso corpo.

Para quem precisa perder peso o melhor caminho é buscar ajuda profissional antes de iniciar qualquer tipo de exercício e dieta.

Portanto agende uma consulta com seu médico e faça todos os exames de rotina. Aproveite e peça indicação de um nutricionista para que ele te ofereça uma dieta adequada.

Existe outra boa opção de profissional é o educador físico. Ele é capaz de avaliar as condições da sua saúde e montará um programa exclusivo para que você atinja suas metas.

Entretanto, com algumas atitudes diárias você pode fazer toda a diferença na sua busca por uma vida com mais saúde.

Entre eles, os exercícios que queimam mais calorias!

Portanto vamos descobrir quais são para que você possa começar um deles ainda hoje?

Quais exercícios queimam mais calorias?

Alta intensidade é o que está na moda hoje em dia! E estes exercícios incríveis vão te fazer suar bastante e jogar fora (sim, porque quem perde acha) todo o peso desnecessário! Bora lá?

Jump

Esta talvez seja a modalidade mais procurada em academias e estúdios físicos. Eles são exercícios de alta intensidade feitos em uma pequena cama elástica.

A atividade é feita de forma individual e os alunos fazem os exercícios que o professor indica, tudo de acordo com o ritmo da música.

Em uma única aula de alta intensidade é possível perder até 500 calorias. Portanto vale a pena investir nessa modalidade se a intensão é perder peso.

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Pular corda

Este exercício é capaz de queimar muitas calorias, entretanto você precisa fazê-lo com cuidado.

Você precisa analisar se o seu corpo está em condições de aguentar o impacto sobre os joelhos.

A maior vantagem é poder fazer essa atividade em casa. Então procure um local adequado, coloque tênis específicos que te ajudem a absorver parte do impacto e use uma corda boa para isso! Vá suar!

Exercício abdominais

Além de queimar muito, as abdominais também fortalecem o abdômen. Isso porque o corpo precisa fazer um esforço gigantesco para completar os exercícios e isso promove muito suor e perda de calorias.

Entretanto você precisa cuidar para executar essa atividade de forma correta! Protegendo a sua coluna e focando o esforço no músculo do abdômen para que os resultados sejam efetivos.

Peça auxílio a um profissional adequado para não gerar outros problemas.

Natação

Este é um exercício muito indicado para quem têm algum tipo de doença respiratória e também para pessoas que tem problemas de dores nas articulações e não podem pesar nelas.

A natação trabalha todos os músculos das costas, braços, pernas e peito. E além de queimar calorias, ela também promove uma maior concentração e relaxamento.

Corrida

Uma outra opção bastante simples para quem não quer ter que ir até a academia todos os dias é a corrida!

Este é um exercício que queima muitas calorias e ainda auxiliam diminuindo a pressão arterial, melhorando a capacidade cardiorrespiratória e melhorando a circulação sanguínea.

Contudo lembre: este exercício exigirá muito de seus joelhos e pés, portanto faça uma avaliação antes de iniciar e invista em tênis específicos para corrida.

Ciclismo

Este é um bom exercício para quem está iniciando, pois exige um pouco menos do corpo e não prejudica a queima de calorias.

É bom observar que cada vez mais as cidades estão investindo em infraestrutura para dar suporte as bicicletas. Portanto, este movimento possibilita que elas façam parte do cotidiano das pessoas.

Muito mais do que cuidar da saúde, o hábito de andar de bicicleta diminui o trânsito e a emissão de CO2, e muitas pessoas já trocaram o transporte de automóveis comuns pela bicicleta.

Ou seja: é bom para você, para a sociedade e para o meio ambiente.

Spinning

Uma modalidade que combina exercícios de alta intensidade com música e bicicleta é o Spinning.

As aulas são geralmente de 45 minutos e garantem grande queima de calorias, com definição dos músculos das pernas e bumbum. Em uma aula de alta intensidade é possível perder até 500 calorias.

Zumba

Para quem ama dançar e os ritmos nada melhor do que combinar essas duas paixões com a queima de muitas calorias.

A zumba combina exercícios aeróbicos com dança latina, 1 hora dessa aula poderá render uma perde de até 800 calorias e melhorará seu gingado.

CrossFit

Essa modalidade exigirá de você dedicação e superação. Inspirado em treinamento de academias militares o CrossFit é uma das sensações do momento.

Ele combina exercício de força com exercícios de aeróbicos, como levantamento de peso, flexões, agachamento e saltos.

Muitas acadêmicas estão surgindo dedicando sua atenção à prática exclusiva do CrossFit, uma aula de 1 hora poderá ser responsável pela perda de até 1000 calorias.

Prática de remo

Esse exercício também entra na lista de atividades completas, ele trabalha os principais músculos dos braços, das pernas e abdominais.

Ele auxilia no aumento da capacidade pulmonar e no desenvolvimento da concentração. Em 1 hora de remada é possível queimar até 600 calorias.

Portanto, para você que precisa mudar de vida: nada melhor que começar aos poucos.

Inclua caminhadas na sua rotina, sempre que der troque a saída de carro por uma caminhada é válida, use escadas ao invés de elevadores sempre que possível.

Lembre de consumir água no lugar de sucos e refrigerantes, faça atividades ao ar livre e separe alguns minutos para alongar seu corpo assim que acordar.

Portanto com essas dicas você ai ter uma saúde maravilhosa!

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🥇 Diabetes gestacional: O que é? Quais os tratamentos? Saiba TUDO Aqui! 🤔

Olá meninas! Hoje o assunto é Diabetes Gestacional. Você sabe o que é? Se não sabe ou quer saber ainda mais, é só ler esse artigo até o final!

Aliás, você sabe como ocorre a Diabetes? O nosso pâncreas, quando saudável, produz um hormônio chamado de insulina. Esse hormônio armazena os excessos, enquanto uma outra parte se transforma em fonte de energia. Pois a diabetes surge justamente quando essa produção da insulina não fornece ao organismo a quantidade necessária de energia.

O que é a diabetes gestacional?

A diabetes gestacional consiste no aumento dos níveis de açúcar no sangue durante o período gestacional, em gestantes que antes de engravidar não apresentavam diabetes. Ela é, geralmente, diagnosticada por volta do 3º trimestre e é curada sozinha após o parto. No entanto, apesar de se curar sozinha, é preciso tratar para evitar o surgimento de complicações, como em qualquer doença.

Quando a mulher engravida, ela necessita de insulina em dobro para que possa fornecer energia para o bebê. Afinal, ele precisa da insulina para que possa equilibrar os níveis de açúcar do seu próprio organismo. Aliás, a necessidade de insulina vai aumentando conforme o bebê cresce.

A falta de insulina, nesse caso, ocorre porque, durante a gestação, o organismo passa por diversas alterações hormonais. A diabetes gestacional é desenvolvida pelos hormônios da placenta, que fazem com que aumente o açúcar no sangue durante a gravidez.

Diabetes antes da gravidez

Primeiramente, algumas mulheres acabam recebendo o diagnóstico de diabetes gestacional quando, na verdade, já tinham diabetes anteriormente e não sabiam. Nesse caso, a diabetes não se cura, por não se tratar de diabetes gestacional.

Para as mulheres que já sabem que são diabéticas, é preciso procurar um médico antes de tentar engravidar, para que possa manter sob controle os níveis de açúcar. No entanto, existem determinados remédios para diabéticos que não devem ser usados durante período gestacional.

Como é feito o diagnóstico?

Durante o pré-natal, o ginecologista ou então o obstetra, solicita alguns exames para detectar os possíveis fatores de risco. Por volta de 20 semanas de gestação, é comum o pedido de exames para checar o nível da glicemia, ainda que não hajam riscos evidentes para o problema. Alguns dos exames gestacionais são:

O ultrassom

Esse exame não mede a glicose do sangue, mas é super importante para detectar quaisquer alterações que podem ser causadas devido à diabetes gestacional.

Por exemplo, o aumento do líquido amniótico e o crescimento rápido do bebê, podem indicar que o organismo da mãe não está conseguindo controlar os níveis de glicose. Nesse caso, alguns outros exames complementares podem ajudar no diagnóstico.

Exame de glicose em jejum

Esse exame mede o nível de açúcar no sangue, após um jejum de 8 a 12 horas.  Trata-se de um exame de sangue padrão. O sangue é coletado através de uma punção na parte interna do braço. Caso o nível de glicose esteja alto, pode ser que a insulina gerada não esteja sendo o suficiente.

Exame da curva glicêmica

Quando há alguma alteração nos resultados, o médico geralmente solicita um exame de curva glicêmica. Ele mede a quantidade de glicose fica no sangue após a ingestão de alimentos ricos em açúcar.

Para que seja feito esse exame, a gestante deve bebe um líquido doce e, após aguardar uma hora, uma amostra do sangue é coletada. Depois de duas horas, outra amostra é coletada, e na terceira hora, mais uma amostra. Dessa forma é possível descobrir de que forma os níveis de glicemia  decaíram naquele período de tempo.

Mulheres que apresentam diabetes gestacional devem sempre acompanhar o nível de glicose no sangue por meio de testes frequentes. Após 1 mês e meio do nascimento do bebê, novos exames devem ser refeitos, para que o médico possa se certificar de que se tratava de diabetes gestacional.

Diabetes gestacional tem cura?

Como eu disse anteriormente, ela normalmente desaparece depois do parto, visto que o metabolismo da mãe volta ao normal. Caso os sintomas da diabetes persistam após 1 mês e meio do parto, é bastante provável que a pessoa já tivesse diabetes antes de engravidar, e esse quadro apenas se agravou por conta da gestação.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Quais são os sintomas?

A diabetes gestacional, geralmente, não apresenta nenhum sintoma. Por isso é tão importante realizar os exames frequentes. Através deles o diagnóstico pode ser feito logo no início e a diabetes gestacional pode ser controlada.

No entanto, podem aparecer aluns sintomas:

  • Visão embaçada;
  • Aumento de sede e / ou fome;
  • Cansaço no corpo;
  • Pernas e pés inchados;
  • Inflamação urinária;
  • Aumento da vontade de urinar;
  • Ganho de peso exagerado da mãe e do bebê.

Quais são os riscos da diabetes gestacional?

  • Rompimento da bolsa antes da data do nascimento, levando a um parto prematuro.
  • Aumento do risco de pré-eclâmpsia.
  • Doenças cardíacas no bebê.
  • Desenvolvimento da síndrome da angústia respiratória no bebê ao nascer.
  • Desenvolvimento de doenças cardíacas no bebê.
  • Hipoglicemia no bebê após o nascimento.
  • Risco de obesidade infantil.
  • Desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2.
  • Ter diabetes gestacional numa outra gravidez.
  • Quanto maior a idade da mãe, maior a possibilidade de desenvolver a doença.
  • Ter parentes de primeiro grau com diabetes aumenta as chances de diabetes gestacional.
  • Mulheres que já possuem intolerância ao açúcar costumam ter maiores riscos de desenvolver diabetes gestacional.
  • Dar à luz a bebês acima do peso.

O que pode acontecer durante a gravidez?

Caso não seja controlada, a diabetes gestacional trará vários riscos para mãe e para o bebê. Afinal, 2/3 do açúcar da mãe atravessará a placenta e chegará ao bebê. O pâncreas da mãe irá produzir mais insulina do que o necessário.

Dessa forma, o bebê irá crescer mais do que deveria. Ao aumentar o crescimento dos órgãos e tecidos, pode ocorrer a malformação do feto, levando a hipertrofia em diversos órgãos. Isso irá prejudicar a função do coração e do fígado, além de dificultar a respiração. Todas essas alterações podem fazer com que o bebê acabe não sobrevivendo depois do nascimento.

Como prevenir a Diabetes Gestacional?

Existem certos meios de evitar a diabetes gestacional. Eles estão geralmente relacionados a uma alimentação saudável. Além de controlar a alimentação durante a gestação e ganhar peso de forma moderada, é muito importante fazer exercícios físicos regularmente, além de fazer o pré-Natal.

Qual a forma de Tratamento?

O tratamento irá depender dos níveis de açúcar no sangue. Pode ser indicado apenas uma dieta adequada, exercícios físicos ou então remédios hipoglicemiantes orais e até mesmo insulina, em alguns casos.

É importante que a gestante evite consumir doces, frituras, manteiga, chocolate, refrigerantes e sucos industrializados em excesso.

Exercícios recomendados para diabetes gestacional

  • As caminhadas são ótimas para mulheres grávidas que sejam sedentárias.
  • As gestantes que já fazem exercícios podem começar a fazer uma corrida leve.
  • Fazer pilates não só melhora o condicionamento físico, como também ajuda na postura, na respiração, no batimento cardíaco e no fortalecimento dos músculos.
  • A bicicleta ergométrica também pode ajudar a gestante a manter a forma durante a gravidez.
  • O alongamento impede que os músculos atrofiem e também fornece maior resistência a lesões.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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